Bucket list

2017 vida de adulta

Então começamos 2017. Para as pessoas para quem eu não liguei, me desculpe. Para as pessoas que eu magoei, perdão. Para as pessoas que eu amo, espero amar ainda mais esse ano.

Apesar dos pesares, Kanye West é um músico talentoso, produtor, cantor – e ele combina tudo isso com ganhar dinheiro. Ele já vendeu mais de 32 mil álbuns. Mas grande parte de nós detesta o Kanye. E é bom. É a forma que encontramos de aliviar o estress. Kanye, Anita, Kim Kardashian ou outra celebridade… buscamos listar de forma racional porque somos melhores do essas personalidades. Mas não somos. Ou pelo menos não acreditamos nisso.

Por que esses caras são mais bem sucedidos que nós?

Quer ouvir outra verdade?! Sempre dizemos para nós mesmos. Seja grato. Mas o que significa ser grato? “Ao menos eu TENHO isso ou ficarei triste.”, “Graças a Deus tenho um emprego ou eu teria que me matar?!”. Não parece estranho ser grato dessa forma?

Talvez ser grato devesse significar pensar mais no que eu estou fazendo nesse momento para tornar minha vida, e a vida das pessoas em volta de mim, melhor. Ou seja, ao invez de dizer “Eu sou grata por acordar saudável” poderia substituir por “Sou saudável. Hoje eu vou me exercitar”.

2017 vida de adulto

Em 2017, Eu genuinamente quero seguir adiante ao invés de colocar curativos na minha tristeza.

Outra coisa, eu tenho amigos “petralhas”, “coxinhas”. E eles se odeiam. Mas eles não percebem seu próprio discurso de ódio, mas denunciam o ódio do outro o tempo todo. Será que percebemos nossos acessos de raiva? Nossa indiferença?

Isto é um tudo é um teste. A democracia é tão audaciosa que sempre nos testa.

vida adulta mafalda

Será que podemos nos mover após nossos desejos pessoais e medos e trabalhar criativamente para criar nosso impacto?

Com arte, com trabalho, com palavras, com a forma com que tratamos uns aos outros. A história é um conto escrito por todos. Que 2017 seja uma criação divina!

sarah adulta eu

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Ano Novo – Parte I

 

Ano novo esperança

O ano está para acabar… E o seu sentimento é de esperança ou fim do mundo?

Eu, sendo uma pessoa tão otimista que beira a ingenuidade, sempre acredito que ter esperanças é o único caminho possível. Tendo 2016 sido o ano que foi, entendo que fique difícil, mas quero insistir um pouco. Minha lógica para isso não é lá muito científica, não tenho qualquer qualquer evidência empírica para o que vou dizer e muito menos minhas opiniões derivam de modelos matemáticos.

Eu particularmente prefiro falar de sentimentos, coisas que a gente não sabe explicar, coisas que muitas vezes nem entendemos. Acredito que pensamentos ruins atraem coisas ruins. Não porque se emitem energias para o universo nem nada desse tipo, mas sim porque se colocamos nossos pensamentos em uma moldura base negativa qualquer coisa que aconteça – boa, normal, ou ruim – vai parecer pior. Seria como ver esses acontecimentos através de uma lente negativa, onde tudo parecerá pior do que é – e dificilmente você conseguiria identificar alguma das pequenas coisas boas que acontecem com tanta frequência.

Tá, aqui vai um pouquinho de evidência científica*. Em 2014 um grupo de cientistas da Universidade Cornell (New York, EUA) e da empresa Facebook publicaram um estudo bastante polêmico que demonstrou contágio emocional através de posts do facebook. Pulando direto pra conclusão, quando eles manipulavam o conteúdo que aparece no feed das pessoas para conter uma pequena porcentagem a mais de conteúdos negativos os próprios posts destas pessoas passavam a ter um conteúdo mais negativo – e o mesmo acontecia para o outro lado quando eles aumentavam a quantidade de conteúdo positivo.

* só para esclarecer, não é porque foi publicado em uma boa revista científica eu tomo qualquer coisa como verdade – isso pode ser uma oura discussão mais restrita aos amigos acadêmicos – mas nesse caso aqui parece bastante bom para ser citado. Esse trabalho em particular beirou a retratação devido a falta de padrões éticos para a condução de um experimento em humanos, mas isso não invalida as conclusões obtidas.

Isso tudo só porque eu queria dizer que gostaria que todos nós mantivéssemos uma moldura de esperança e positividade para o ano novo que chega. A virada de ano é sempre um momento com uma onda meio catártica para quase todo mundo, então vamos manter nossas resoluções bastante positivas. E acreditar que tudo vai melhorar não pode trazer mal algum né?

Politica, economica e socialmente sei que as perspectivas não são boas. Nesse momento cabe então a famosa frase de John F. Kennedy durante sua posse:

Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país!

Talvez seja aplicável a nós, nesse momento, porque não podemos mais nos sentir imunes a tudo de ruim que vem acontecendo na política brasileira. Não podemos nos eximir de culpas e responsabilidades. Acredito que se admitirmos nosso papel na sociedade, podemos então fazer algo para mudá-la. Está aí um desafio.

Por outro lado, se a alternativa é achar que estamos em um caminho sem fim para baixo, então o único resultado é um cenário minimamente apocalíptico. E isso vai ficar pra parte II, mas já adianto que vai ser bem menos sério Winking smile

clarissa adultaeu

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Trabalho, emprego, carreira e vida

vocação, trabalho, emprego e de carreira

2016 foi um ano difícil. CRISE o resume bem. Hoje eu decidi partilhar com vocês o que eu aprendi com as minhas supostas derrotas. Não espere um texto melodramático, isso não me pertenece. Espere um texto prático e racional e que talvez possa ajudar outras pessoas.

Me tornei arquiteta antes de me formar, 6 meses antes da formatura já tinha carteira assinada. Além disso, cumpri todas as metas que me propus quando entrei na UFF com 18 anos: estagiar, ser bolsista CNPQ, fazer intercambio universitário e me formar empregada.

Eu sempre fui boa aluna, esforçada, leitora, nerd. E me orgulhava disso. Eu também estava completamente apaixonada pelo papel que eu exercia na empresa, amo meus colegas de trabalho, especialmente minha chefinha de coração.

Lá estava eu: carteira assinada, namorando, me estabilizando financeiramente e exercendo um papel bastante importante para uma recém formada. Mas a vida disse NÃO. E a roda da fortuna girou e me virou de ponta cabeça.
Quando a crise começou a pegar em meados de 2015, ela não veio apenas abalar meu mundo financeiro, como toda boa crise, ela destroçou várias áreas da sua vida, aos poucos eu me vi sem chão. Triste, desestimulada e encurralada, mas resiliente. Passei o ano de 2016 replanejando. Planos A, B, C, D, E … incrível, ainda não colhi os frutos.

E quando eu imaginava que não ia acontecer nada, acontecia, paulada atrás de paulada, de onde eu imaginava e de onde eu não imaginava. E pela primeira vez na vida, encontrei um tipo de pessoa que só tinha intenção de me machucar, o pior é que ela nem me conhecia.

vocação, trabalho, emprego e de carreira

Mesmo agora ao escrever essas tristes linhas, sei que a luta está apenas começando. E comecei a trabalhar uma nova estratégia: “a melhor ação pode ser uma não ação”.

Mais um vez, esse não é um post triste. Afinal, sofrimento traz aprendizado. E mais uma vez, eu sou uma pessoa altamente resiliente e infinitamente positiva com relação a vida. Eu luto e aprendo em cada novo passo. E o que acabou me valendo esse ano foi a leitura. Devo ter lido uma média de 40 livros, também aprendi a meditar e me fortaleci através da religião.

E nesse exato momento em que escrevo encontro a paz e alegria interior, dependentes apenas de mim. E é isso que me motiva a escrever.

vocação, trabalho, emprego e de carreira

Percebi que eu associava o excesso de ocupação do trabalho/ faculdade/ cursos com um tipo de sensação de poder. Poder que nunca me pertenceu, como todas as efemeridades da vida. Eu saltava de atividade em atividade sem refletir. Desaprendi a não ficar ocupada.

Vocação, Trabalho, Emprego e Carreira:

  • Trabalho é o esforço requerido para se cumprir uma tarefa.
  • Emprego é a situação na qual se trabalha.
  • Carreira é a trajetória de longo prazo de muitos empregos.
  • Vocação, porém, é algo mais profundo do que cada um desses conceitos. Ela abrange nosso trabalho, emprego e carreira e se estende ao tipo de pessoa que desejamos ser.

vocação, trabalho, emprego e de carreira

O desejo é a via principal para descobrirmos o que fomos designados a fazer e também para descobrir quem somos. Porém, “Há desejos profundos e vontades superficiais”.

Você é capaz de sentar e deixar a sujeira, as folhas e os gravetos da sua vida – suas vontades egoístas – se aquietarem para que as coisas fiquem claras? Você é capaz de observar o que está nas profundezas?
Se você pudesse fazer qualquer coisa que quisesse, o que seria?
Reserve um tempo para refletir. Pode haver padrões nos seus desejos que o ajudem a entender melhor quem você é. Logicamente, você não pode ser cantor se não souber cantar. Você precisa levar em conta a realidade da situação. Ou seja, refletir sobre os desejos a luz da vida cotidiana. Lembre-se: Toda decisão tem a ver com interesses e necessidades, mas também com circunstâncias e talentos.

“Confie em seu coração, mas use a cabeça”

vocação, trabalho, emprego e de carreira

Isso pode ser muito difícil. Ainda mais para aqueles que lutam para pagar as contas no final do mês: a mãe solteira e o cidadão subempregado que chega ao limite das próprias forças apara garantir o sustento e o bem-estar de sua família. O tempo é sempre um problema para qualquer pessoa muito ocupada.
Gostaria de propor um exame de consciência que pode ser extremamente útil:

Um dos grandes problemas que os workaholics enfrentam é passar a acreditar que são o que fazem, e sendo assim, quando tem pouca coisa a fazer se sentem inúteis e sem valor.
vocação, trabalho, emprego e de carreira

O trabalho pode ser prazeroso. Porém, não podemos ignorar que grande maioria não consegue seguir o que acredita ser sua vocação profissional por vários motivos – condições financeiras, exigências familiares, restrições educacionais, limitações físicas ou um mercado de trabalho reduzido. Alguns empregos realmente são horríveis. E, as vezes, é necessário deixá-los. Mas nem sempre é possível.
vocação, trabalho, emprego e de carreira

O pior é que cada vez mais estamos conectados. As novas tecnologias nos fazem desperdiçar os poucos momentos que nos restam para vivenciar a nossa solidão – momentos preciosos para a meditação, a reflexão e o silêncio interior.

Onde está o tempo para o recolhimento?

Algumas vezes parece que não podemos mais suportar ficar sozinhos ou fora de área, nossos amores, amigos e familiares nos exigem presença constante. Mas sem algum silêncio interior fica difícil escutar o que está passando dentro de você. Reduzir o uso dessas parafernálias tecnológicas e não responder imediatamente a cada mensagem eletrônica ou chamada de celular pode levar a um estado de calma edificante. Logo, é preciso desconectar para conectar.

ESTABELECENDO PILARES PARA UMA VIDA SAÚDAVEL:

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vocação, trabalho, emprego e de carreira
vocação, trabalho, emprego e de carreira
Autoaceitação é palavra chave da felicidade. Isso significa aceitar a própria personalidade e os próprios sonhos. Com frequência sentimos que há pessoas, grupos ou circunstancias tentando nos moldar em alguma coisa que não escolhemos ser.

É sempre difícil evitar comparações com outras pessoas – principalmente na era facebook – e não achar que elas conseguem as coisas com mais facilidade. Muito comum é subestimar os próprios dons e supervalorizar os dons de outra pessoa. Mas ninguém tem uma vida perfeita.

vocação, trabalho, emprego e de carreira
Comece aceitando que o processo de se tornar você é longo, exige paciência e principalmente confiança.

sarah adulta eu

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Se leve a sério!

auto confiança adulta eu

Eu li esse texto já tem um tempo e eu queria muito compartilhar aqui, no nosso facebook ou qualquer coisa. Até cheguei a postar o resumo infográfico dele no nosso insta. Como ele é em inglês, decidi fazer uma tradução livre para torna-lo mais acessível. Perdoem qualquer erro 😉

Um fato importante para eu querer compartilhar isso aqui é o sentimento de identificação que eu senti e depois passei a identificar em algumas outras pessoas também. Como ela fala no texto, você consegue perceber pessoas que acreditam em si mesmas, arriscam e conseguem; e tem as pessoas que nunca fazem nada brilhante e reclamam constantemente das segundas-feiras.

Desde que li tentei tomar como uma resolução de vida me levar mais a sério. Acrescentei isso a minha lista diária de tarefas, mas com tantas outras coisas no curto prazo é fácil perder perspectiva. Com o fim do ano se aproximando, pode ser uma época inspiradora pra mais gente se animar com mudanças pessoais e self-improvement.

Finalmente, aqui vai o texto traduzido.

“Quando foi a ultima vez que você teve uma opinião mas não compartilhou com ninguém porque não achou que alguém fosse se importar? Quando foi a ultima vez que você ficou realmente animado com uma ideia que teve mas nunca a perseguiu porque você decidiu que ela não era boa o suficiente? Quando foi a última vez que você começou algo mas desistiu antes de terminar porque achou que ninguém iria gostar?
Você lerá muitos artigos que te dizem “simplesmente faça” – não se importe com o que os outros vão pensar, siga em frente, persevere, não desista!
Mas se você não se leva a sério você nunca será capaz de seguir nenhum desses conselhos. Porque você sempre será capaz de se convencer que o que está fazendo não é tão importante assim.
Eu não me levei a sério por muito tempo. Ainda é um esforço me levar a sério. Eu não conseguia perceber o que estava fazendo a mim mesma até cerca de um ano atrás. Mas eu finalmente percebi que tem essa coisa que algumas pessoas possuem – essa habilidade de se animar com algo que eles estão fazendo e se investir nisso com um quê de despreocupação louca. Essa habilidade de permanecer focado e continuar firme e se erguer no topo de uma montanha e gritar o que eles querem que todos ouçam (maneira de dizer).
E eu sabia que eu tinha a capacidade de escalar uma montanha e fazer o mesmo, mas eu sempre me convencia a não fazer isso. E eu finalmente me dei conta de que isso era por eu simplesmente não me levar a sério.

Eu até tive dificuldades com esse artigo…
Por que eu estou escrevendo isso? Isso é estúpido. Isso é repetitivo. Alguem não já falou isso antes, so que melhor? Eu sequer sei o que estou tentando dizer? Ninguém vai ler isso. Eu deveria ir trabalhar ou qualquer coisa. Isso é um desperdício de tempo.
Estes eram meus pensamentos quase toda vez que eu tentava criar algo novo. Eu não considerava as minhas opiniões, minhas ideias ou o que eu queria pra minha vida sério.

Então, o que acontece quando você não se leva a sério?
Você passa muito tempo sonhando mas não realmente fazendo. Você tem ideias, mas para antes de sequer começar.
Ou você tenta algo mas desiste rápido porque decide que não é bom o suficiente, ninguém vai gostar, e foi uma ideia idiota de qualquer forma.
Mas a pior parte acontece dez anos depois quando você olha pra trás praquela coisa que você quase começou e percebe que tinha alguma coisa ali. Não era tão ruim quando você pensou na hora e você poderia ter alcançado algo se tivesse se mantido firme.

O que acontece quando você não se leva a sério?
Você acaba vivendo uma vida da qual você não tem orgulho. Você continua esperando pra fazer aquela coisa pela qual você é apaixonado, você continua esperando para fazer aquela coisa que te fará sentir bem sucedido. Você preenche o seu tempo com um monte de coisas que você acha que tem que fazer, mas nada que você realmente quer fazer. Você trabalha duro e você faz um bom trabalho mas você também se sente preso dentro de si mesmo, em um espetáculo que outra pessoa está dirigindo.
E a pior parte acontece dez anos depois quando você perdeu contato com quem realmente é, e você não consegue mais diferenciar o que você quer e o que as pessoas querem de você.

O que acontece quando você não se leva a sério?
Você eventualmente verá alguém que teve a mesma ideia que você, mas ela compartilhou com o mundo, ela fez algo com aquilo.
‘mas era exatamente a mesma ideia!’ você diz. Sim, era mesmo – mas aquela pessoa levou a sério. Aquela pessoa se levou a sério. Aquela pessoa disse, ‘ isso é interessante para mim, então pode ser interessante para mais alguém’, e elas fizeram algo com aquilo.

O que acontece quando você não se leva a sério?
Você se ressente das pessoas que se levam a sério. Você olha as pessoas que se autopromovem e às suas ideias e você as acha egoístas ou ridículas. Ou você olha para pessoas que você admira e você lamenta o fato de que você nunca poderia alcançar o que elas têm.

O que acontece quando você não se leva a sério?
Você se sabota. Você se apressa em uma execução meia-boca e não se dá o tempo necessário para aprender algo novo, ou fazer da maneira certa. E quando isso não vai do jeito que você queria você decide que foi uma total perda de tempo. Mas você poderia ter tido um resultado completamente diferente se primeiro você tivesse aceitado o fato de que poderia levar tempo mas que o tempo seria bem gasto porque você acreditava naquilo.

O que acontece quando você não se leva a sério?
Você fica deprimido. Você fica com raiva de si mesmo. Você fica desapontado com si mesmo. Você se pergunta porque você não fez nada. Você sente que nunca fará. Você sente que é tarde demais. Mas não é.
Cada peça de cada pequena coisa que você já pensou na vida é cheia de possibilidades. Você não sabe o que. E isso é assustador. Você poder ainda não saber como. E isso é difícil. Mas quando você se leva a sério, você se dá crédito o suficiente para saber que você consegue descobrir isso tudo. Quando você sabe lá no fundo que você e suas ideia são importantes, você dará uma chance de luta para cada ideia que tiver.
Isso pode significar falar em um trabalho em grupo, ou isso pode significar simplesmente acabar aquela coisa que você tem pensado desde sempre. Ou isso pode significar escrever um tweet, fazer um vídeo sobre isso ou um post em um blog, ou subir em um palco e compartilhar isso com um público.
Quando você se leva a sério você faz com que os outro te levem a serio. Você coloca suas ideias no mundo. Você não as esconde. Você não as deleta. Você continua tentando.

Se leve a sério
Não trate as suas ideias como se não fossem nada, não trate você mesmo como se você não fosse nada, porque você e as suas ideias são importantes e significativas e tem o potencial de se tornar muito mais do que você imagina.
Confie em mim…”

clarissa adulta eu blog

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Teste do marshmallow: Será que você passa?

Teste do marshmallow foco concentração

Hoje vou abordar um dos temas que mais me interessa: Comportamento humano. Esse tema está longe de ser fácil ou simples, por isso, se vocês quiserem as referências dos estudos que vou apresentar nesse texto, busque-as ao final do post.

Uma das pesquisas pioneiras a cerca da inteligência, ocorreu em 1960, houve um pequeno projeto com crianças de lares carentes que receberam atenção diferenciada num programa pré-escolar que ajudava a cultivar o autocontrole. O objetivo era aumentar o QI dessas crianças, pois nesse momento acredita-se que esse aspecto da inteligência era a mais importante, porém o teste falhou nisso.

Mais tarde quando compararam esses alunos com outros alunos, perceberam que o programa estava de certa forma influenciando em áreas como: menores taxas de gravidez na adolescência, abandono escolar, delinquência e até mesmo no número de faltas do trabalho. Ou seja, no planejamento de vida.

Então, em 1972, a universidade de Stanford deu prosseguimento a essa analise e realizou o “teste do marshmallow”, com intuito de intuito de testar a capacidade das pessoas de adiar uma satisfação.

Nesse teste foram convidadas 57 crianças, todas com 4 anos de idade. Cada criança foi conduzida a uma suposta sala de jogos que estava vazia (leia-se: sem distração) e onde estava disposta uma bandeja com 1 marshmallow.

Então vinha a parte difícil. O pesquisador dizia para a criança: “Você pode comer o doce agora. Mas se não comer até eu voltar, você poderá comer dois doces.”

O resultado foi o seguinte: 1/3 das crianças pegava o doce imediatamente, enquanto outro 1/3 esperava por 15 minutos e o outro 1/3 se situou em algum ponto entre os dois grupos.

O importante é que os pequenos que resistiram à sedução do doce receberam pontuações mais altas em medidas de controle executivo, principalmente na realocação da atenção.

Mas, o que é realocação de atenção? A forma como focamos é chave da força de vontade, o que o autor chamou de “a alocação da atenção”. Sendo assim, as crianças que esperaram 15 minutos o fizeram se distraindo com artimanhas, como: jogos de faz de conta, cantarolando, cobrindo os olhos. Se a criança se fixava no doce, ela perdia o controle e comia.

Nesse caso foram analisados, 3 subtipos de atenção e são todos aspectos da atenção executiva, todos relacionados ao confronto do autodomínio com a suposta gratificação instantânea:

  1. Capacidade de voluntariamente desligar nosso próprio foco de um objeto do desejo que prende poderosamente a atenção;
  2. Capacidade de se distrair, nos permite manter nosso foco em outra coisa.
  3. Capacidade de manter o foco no futuro, aguardar pelo bem maior;

Essas crianças foram procuradas 40 anos mais tarde, e os pesquisadores concluíram que aqueles que resistiram aos doces aos 4 anos ainda eram capazes de atrasar a gratificação, e os demais apresentavam problemas para conter seus impulsos.

Então, quanto melhor era o autocontrole na infância, melhor as crianças se saíam quando adultos. Leia-se: melhor estado de saúde, mais sucesso financeiro e mais cumpridores das leis.

Teste do marshmallow foco concentração

Além disso, o autocontrole prevê um bom ajuste emocional, melhores habilidades interpessoais, sensação de segurança e adaptabilidade.

Ponto principal: uma criança pode ter uma infância privilegiada financeiramente, porém, se não aprender como adiar uma gratificação para ir atrás de seus objetivos, essas vantagens iniciais podem perder a força ao longo da vida.

Papais e mamães, não subestimem o valor de estudar violão ou manter a promessa de limpar o coco do cachorro. Qualquer coisa que fizermos em prol de aumentar a capacidade de controle cognitivo da criança irá ajuda-la ao longo de toda a vida.

Teste do marshmallow foco concentração

Importante ressaltar que, esse texto foi motivado pelo livro FOCO do psicólogo de Harvard, ph. D. Daniel Goleman. É o segundo livro desse autor que leio, o primeiro foi inteligência emocional. Se você se interessar e quiser se aprofundar, pode recorrer a esses livros para melhor explicação, apenas esteja preparado para lidar com termos a respeito da fisiologia do cérebro.

Teste do marshmallow foco concentração

Referências bibliográficas:

  • Goleman, Daniel, Foco: a atenção e o seu papel fundamental para o sucesso/ rio de janeiro: Objetiva, 2014
  • Lawrence j schweinhart et al. Lifetime effects: the high/ scope perry school study trough age 40, ypsilanti: high/scope press, 2005
  • Estudo pré-escolar: J.J.Heckman, Skill formation and the economics of investing in disadvantaged children, Science, 312: 1.900-1.902, 2006
  • Estudo de Dudedin: Terrie E. Moffitt et al., A gradiente of childhood self-control predicts health, wealth and public safety, PNAS 1-16.2010.
  • June tangney et al. High self-control predicts good adjustment, less pathology, better grades, and interpersonal success, jornal of personality, 2004, 72,2, 271-323.
  • Jeanne mcCaffery et al. Less activation in the left dorsolateral pré-frontal córtex in the reanalysis of response to a meal in obese than in lean women and its association with successful weight loss, Am J Clin Nutr, outubro 2009, vol. 90, nº4, 928-934.
  • Walter Mischel, citado em Jonah Lehrer Don’t, the new yorker, 18 maio 2009

 

sarah adulta eu

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A sabedoria na decisão

decisão

Antes de entrar no processo de tomadas de decisão, devemos tentar ser indiferentes, ou seja, pensar da forma mais livre possível. A indiferença costuma ser mal compreendida. Quando a maioria das pessoas escuta essa palavra, não a relaciona com liberdade, mas com ficar entediado ou desinteressado.

Indiferença de que falo é a capacidade de se desapegar de conceitos iniciais e recomeçar, examinando as alternativas com cuidado e boa vontade. Pois, todas as grandes decisões carregam uma bagagem.

Ainda que os conselhos dos amigos e familiares possam nos ajudar a tomar uma boa decisão, é necessário iniciar o processo da forma mais imparcial possível. Quando estivermos prestas a tomar uma decisão devemos imitar uma balança e não pender para nenhum dos lados. Pois, começar a tomada de decisão presumindo que você deveria pender para um lado ou para o outro é impedir a se mesmo de fazer uma boa escolha.

O discernimento tem uma finalidade prática, ele nos ajuda a decidir qual é a melhor forma de agir. E além disso, é preciso ser indiferente o bastante para aprender com as experiências.

Se você toma uma boa decisão e, de repente, se sente desanimado com ela, este não é um sinal a ser considerado. Vamos supor que você tenha resolvido ser uma pessoa mais generosa e perdoar alguém com quem se desentendeu. Então você o procura, se a sua iniciativa não restaurar a relação imediatamente não significa que você deva parar de perdoar.

Mas, se você tomou uma decisão infeliz que ainda pode ser modificada, porque não lançar um olhar renovado sobre as coisas?

Os processo de tomada de decisão 

  • Primeiro:

Algumas vezes não há dúvida do que fazer, ou seja, a decisão vem sem dúvida e sem despertar a dúvida. De certa forma, a resposta aparece tão logo a pergunta é formulada.

Um exemplo: Você estava procurando emprego em determinada cidade, começando em época especifica. Após alguns meses de entrevista recebe uma proposta. Você fica exultante com a boa sorte e está claro que esse é o movimento correto; então aceita o novo emprego sem pestanejar.

  • Segundo:

Nesse estágio você não está completamente seguro para tomar uma decisão. Forças e desejos contrários parecem empurra-los para decisões diferentes. Nesse ponto, é bom optar sobre a decisão que nos deixa mais tranquilos. A paz interior nos encoraja, nos dá confiança e tranquiliza nossa tomada de decisão.

O contrário da paz é a aflição, ou seja, qualquer coisa que nos leve ao desespero. Ficamos agitados e inquietos. Sentir isso significa que estamos na direção contraria a uma boa decisão.

Uma boa prática para quem se encontra nessa situação é se imaginar vivendo cada escolha durante um tempo, e observar qual lhe proporciona maior sensação de paz.

Durante alguns um tempo aja como se fosse optar por uma alternativa. Embora ainda não tenha tomado feito a escolha, imagine que a tenha feito e comporte-se como se já tivesse tomado a decisão. “Experimente” a decisão, como se estivesse provando uma roupa nova. Como ela faz você se sentir? Depois, em outro momento, assuma a direção oposta. Como ela faz você se sentir?

Normalmente o nosso pensamento se agita entre uma opção e outra, inquieto, nunca dando tempo suficiente para considerar ambas as alternativas. Porém, pode ser que ao tentar viver as duas opções você se atente a coisas que não havia percebido antes. Vantagens e desvantagens se tornam mais eficientes. Ou seja, você pode enxergar as consequências com mais clareza.

Discernimento não é apenas sentir paz. Devemos acessar o que acontece dentro de nós. Acima de tudo, é preciso ter honestidade sobre o que estamos sentindo e por quê.

Não mude no desespero

“Em épocas de desespero, não se deve fazer mudanças” Isso faz sentido não é? Se alguém nos diz que está confuso, que não consegue pensar direito e que se sente desesperado, você diria que é um bom momento para tomar uma decisão? Claro que não. Ele não está raciocinando com clareza. “Não tome decisões quando estiver fora de sí” é outra maneira de dizer isso. Porém, tomar decisões em períodos de desespero é o mais comum. Resista a esse ímpeto.

E o que acontece quando se diz sim?

Mesmo quando fazemos as melhores escolhas significa aceitar que até elas terão inconvenientes. Caímos no erro de acreditar que dentro das escolhas certas não haverá tropeços. Muitas vezes assumimos uma escolha e descobrimos seus pontos negativos, perdemos o ânimo.

Ao fazer uma escolha dizemos sim determinando tantos aspectos positivos quanto negativos inerentes a cada escolha.

Todos os estágios da vida incluem alguma dor que deve ser aceita se abraçarmos integralmente as decisões que tomamos e a vida nova. Não há escolha, resultado ou uma vida perfeitos.

Por fim, encontre o funciona melhor para você, o que te aproxima de algo mais elevado e o que te leva a tomar boas decisões.
decisão

Texto baseado no livro: A sabedoria dos jesuítas para (quase) tudo de James Martin

sarah adulta eu

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Não existem escolhas erradas

Escolhas certas.jpg

Para ler ouvindo:

Boa parte das crises de ansiedade da vida adulta vêm com as dúvidas em relação as nossas escolhas. Nos remoemos diariamente pensando se estamos fazendo a escolha certa: ao continuar na carreira escolhida, ao decidir pegar o ônibus X porque o Y pode ser assaltado, ao terminar um namoro, ao fazer uma tatuagem. Cada dúvida vem com um peso insuportável sobre os nossos ombros, afinal as suas escolhas podem fazer sua vida melhor ou pior – dependendo se você acertar.

Refletindo sobre isso, em um dos poucos momentos de clareza mental esse ano, cheguei a conclusão de que a escolha certa é sempre aquela que você vai tomar – independente das outras.

Quero dizer, quando a gente faz uma escolha a gente pesa todos os prós e contras, a gente observa o contexto, a gente pergunta a quem já teve que escolher algo parecido antes. E tudo isso, a gente analisa de forma a escolher aquilo que julgamos trazer o melhor resultado no futuro (seja lá qual for o resultado que você espera). Só depois que alcançamos (ou não) o resultado é que descobrimos se a escolha foi “certa” e, portanto, ela não poderia ter sido certa antes de ter acontecido de fato. Mesmo que você chegue a conclusão de que aquele não era o resultado esperado, talvez até o oposto do esperado, você ainda não pode afirmar que a escolha foi errada porque você não tem como saber se as outras opções que tinha gerariam o tal resultado esperado. Consequentemente, mesmo que você não ache que fez uma boa escolha, não dá pra saber se as outras opções teriam sido melhores. Viajei um pouquinho, né? Mas acho que deu pra acompanhar…

O que eu quero dizer é que todas as escolhas são certas, porque elas foram as únicas que nós tomamos pras nossas vidas. São as únicas que poderíamos ter tomado sendo quem éramos naquele momento e com as informações que tínhamos disponíveis. Percebi, no momento em que refletia sobre isso, que não era fácil de pôr em prática.

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Quando a ansiedade vem é um monstro me dizendo que nada do que eu faço está certo, nada na minha vida nunca vai dar certo, entre outras bad vibes. Eu até tento argumentar com o monstro, mas ele é tão opressor. Nessas horas não sei se é possível resistir ao surgimento dos pensamentos de insegurança mas sei que é possível sobreviver a eles. Se em todos os outros momentos (livre de monstros) eu estiver focada de que estou confiante em relação às minhas decisões e que só existem escolhas certas, sei que estarei um pouco mais forte para lutar com o monstro da próxima vez que ele aparecer.

Percebi recentemente que a nossa saúde mental não deve receber atenção somente nos momentos mais baixos, porque acredito que é nos intervalos que serão definidos quão ruins serão as próximas crises. Nesses intervalos é que somos capazes de fazer as escolhas de melhorar e de ser feliz (sempre escolhas certas). Porque quando o mostro vem nós não conseguimos lutar conscientemente, é o que já está lá dentro que pode definir como nós estaremos ao acabar essa batalha (de uma guerra que não acaba nunca).

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O que você deixou de ser quando cresceu?

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Rodando pelo instragram outro dia me deparei com essa pergunta. Eu parei para pensar. Vários sonhos ficaram pelo caminho. Deixei de ser bailarina, pianista, artista plástica. Por dentro, me tornei menos espontânea, mais observadora, menos sonhadora, menos sentimental, mais resistente.
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Ultimamente me percebi uma adulta “preto e branco”. O foco é ganhar dinheiro. Ser independente. Ser bem resolvida. É preciso ser tudo, ter tudo e é preciso que seja AGORA.

As redes sociais ajudam a piorar isso. Vemos amigos no exterior, amigos casando, amigos tendo filhos, comprando casa. E nos cobramos. O que não vemos são as dificuldades de cada um.

Lembro que quando eu estava no intercambio em 2013, eu estava triste com saudade de casa e questionei o meu ex namorado do por que o meu intercambio era diferente do das outras pessoas, ele me respondeu: “Porque você está acompanhando os outros pelo facebook e não no dia-a-dia”. Ele foi muito sábio. A lente das redes sociais faz parecer que nós estamos pior do que os outros.
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Agora estou curtindo o fim dos meus 26 anos, eu estou me ensinando a ser diferente. Estou me ensinando a escutar minha voz interior e confiar que se eu fizer minha parte, as coisas vão acontecer no tempo correto. Quero viver bem. Quero aproveitar os momentos positivos dos meus 26, 27 … 30… 40, sem surtar que ainda não cumpri o check list da sociedade e sem viver rememorando coisas ruins.

Ok. Não vou fazer a louca e dizer “larga tudo e vai viajar”. Mas vou questionar: Quanto tempo vale curtir um sofrimento? Se cada momento é único.  Ter o auto controle de não se afogar em suas próprias emoções. Aprender a fazer uma pausa, recuperar a força, não permitir que a preocupação te controle. É essencial para uma vida adulta madura e saudável.


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Planejamento estratégico e Gestão do tempo na vida prática

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Eu não sei quantos de vocês sabem que eu estou cursando Pós em Gestão e Gerenciamento de Projetos. Ontem conclui a disciplina de “Gestão do tempo” e durante essas aulas lembrava da disciplina de “Planejamento estratégico”, da minha psicóloga, enquanto reavaliava minha vida. Nessa postagem tentarei fazer jus aos meus mestres em tentar passar minhas inquietações para a vida prática.

Muitos de vocês sabem que eu estou desempregada. Pela primeira vez entendo o dilema: “Quando tenho dinheiro não tenho tempo, quando tenho tempo não tenho dinheiro”. E o que acompanha isso? Desânimo, Depressão, Ansiedade. Mas como aprendi na pós: “Tempo é um recurso não renovável” e que “Crise nada mais é que oportunidade no meio da adversidade”. Sendo assim, convido vocês há se questionarem  comigo: “Quem sou eu?”
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Na aula quando esse quadro aparceu no Power Point. Imediatamente comecei a me classificar. Provavelmente, você também fez isso. Logo foi esclarecido: “Todos temos um pouco de cada”. Então entra aqui o planejamento estratégico. Proponho que você tome um tempo e reflita:

• ONDE ESTOU?
• COMO ESTOU INDO?
• ONDE QUERO IR?
• COMO VOU CHEGAR LÁ?

Essas perguntar podem até soar como “auto ajuda”, mas elas são frequentemente formuladas e reformuladas pelas grandes empresas. Já se deparou com aqueles quadros “visão, missão e valores”? Agora já pensou que isso se aplica na sua vida pessoal?

Isso me remete a temática desse blog. Minha percepção do inicio da vida adulta se deu quando eu vi que a partir de agora o planejamento é por minha conta e risco. Cumpri as metas dos meus pais “escola > faculdade > trabalho”. O que fazer daqui para frente? O que define se sou bem sucedida ou não? E Acredite, a definição dos outros a respeito de sucesso pode ser bastante diferente da sua!
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Vou além: Como seus objetivos estão se refletindo no seu dia-a-dia? Ou seja, se você possui metas elas precisam estar aparecendo na sua programação diária. “Para que programação diária?”
Sabe aquele tempo que você procrastinou no facebook, sendo que você precisa fazer aquele trabalho. O prazo eram 2 semanas e era apenas uma tarefa “importante”, mas como você protelou até o último minuto ela se tornou urgente e importante, resultado? Parabéns você se gerou uma crise!

“O mais importante raras vezes é urgente, e o urgente raras vezes é importante”
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Aliás, você é aquele tipo de pessoa que tem 1 milhão de coisas a executar e todas são prioridade 0?! Deixa esclarecer uma coisa: Quando tudo é importante, nada é importante.
Agora me senti uma mãe chata. Não estou aqui dizendo para você não se divertir. E digo mais: Divirta-se! Mas procure merecer essa diversão. Diversão sem culpa é muito mais prazerosa e evita noites viradas!
Aproveito para trazer novamente um video de um post da Clari que fala absurdamente bem sobre a procrastinação!

Seguindo no limbo das inquietações: Você é aquele do tipo multitask? Então, analise a figura abaixo:
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O interessante é que a procrastinação é algo que está sendo estudado pelos gestores. Onde isso se aplica na sua vida profissional? Eles tomam nas mãos o seu tempo de procrastinação, reduzem o seu prazo. Assim, se você atrasar, o seu tempo perdido já estava contabilizado. O nome desse recurso é “critical chain” ou “corrente critica”.

Então chegamos ao ponto central desse texto: Quem é o gestor da sua vida pessoal? Se programe! Você pode se organizar estimando e disponibilizando tempo e dinheiro. E sinto informar, se isso não partir de você os resultados podem ser desastrosos. Ou seja, aquela autoescola que você protela, aquela atividade física, aquele livro, aquele curso, aquela vida que você imaginou podem nunca acontecer.

Será que é uma tarefa impossível ser o gestor da própria vida? Não! mas é trabalhoso.

Para minha organização pessoal utilizo um método que é muito interessante proposto pela minha psicóloga e foi apresentado de outra forma em planejamento estratégico. Divido minhas metas em: Curto prazo (dias ou semanas), médio prazo (meses) e longo prazo (anos). E em cima disso reorganizo o meu cronograma diário.
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Você pode estar pensando “Mas Sarah! Essas coisas mudam” e eu te responderia “Ainda bem!“.

Nossa vida muda, então as necessidades mudam junto. Atingimos algumas metas, outras coisas deixam de ser metas, outras se tornam metas. O que eu quero dizer com isso? A vida é dinâmica e fatores externos influenciam, sendo assim essa análise precisa ser dinâmica. Revise sempre que sentir necessidade.

Vou finalizando por aqui, porque conhecendo a nossa geração poucos tiveram paciência de ler até esse ponto. Mas termino em grande estilo – como foi finalizada minha aula. No filme “Perfume de mulher”, há uma cena onde Al Pacino tira uma bela moça para dançar, mas ela está aflita, pois seu noivo chegará em poucos minutos e ele apenas responde: “Mas em um momento se vive uma vida”. Desejo que seus projetos se tornem realidade!


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Demissão é como terminar um namoro

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Eita! Papo sério esse título, né?! Outro dia, eu li no face de um amigo “estou livre – sai para não voltar”. Estranho que alguém no meio de uma crise esteja contente em ser dispensado ou que queira sair.

Isso deixou de ser tão estranho quando o mesmo sentimento bateu em mim. E eu pedi demissão. Toda essa nova perspectiva de vida me levou a pensar nessa comparação “bizarra?!”

Mas vamos por partes…

1)Tudo começa no flerte:

Você procura nos sites de emprego, ativa seu network, se inscreve, faz entrevistas. Tenta parecer a pessoa mais incrível do mundo, a experiência vai desde frustrante até prazerosa. Quem nunca viveu o desconcertante primeiro encontro?!

Se você parar para pensar. Além do ato de “caçar”, existem os diferentes graus de interesse:

1) O emprego dos sonhos – idealizado – “ A grande paixão da sua vida”– Aquele que você mataria para ter.

2) Não é o emprego dos sonhos, mas paga as contas.

3) O empreguinho sacana  “Muito esforço para pouco resultado”.

4) O porto seguro – Concurso Publico – “o casamento perfeito?!”

5) O freela “comprometimento é para os facos!”

Dentre outros…

2)“É namoro ou amizade?!”

Primeiramente… pode ser que esse trabalho esteja mais para uma “ficada” – no caso de um freela, ou um emprego temporário – pode ser até que você queira namoro duradouro. Ou talvez… você seja aquela pessoa livre… Meu espaço, meu tempo e minhas regras! Mas acho que uma parte considerável dos seres humanos quer muito encontrar “segurança” e torce muito para que as coisas caminhem para frente.

Então você consegue! Está namorando! Opa! Empregado!… Ah! Grande é a alegria que vem do respeito de uma pessoa comprometida. Eventualmente, começam os “poréns”… Seu salário é por fora da carteira? Você não tem vale? Plano de saúde? As condições do trabalho são tão desfavoraveis que você quase que paga para trabalhar? Seu chefe é um carrasco?

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3)Crises… DR’s… TERMINO?!

O tipo de emprego (assim como o namorado) tem muito a ver com a sua personalidade. Que tipo de vida você quer levar? Muitas viagens, reuniões, ligações e e-mails – Grandes responsabilidades? Desejo intenso de criar? Trabalhar apenas para se sustentar e ter uma vida tranquila em família? Estabilidade profissional? Gosta de trabalhar com pessoas?

Uma coisa que sempre aprendo e se aplica pros 2 lados – Trabalho e namoro nunca serão os ideais – o ideal pertence  ao mundo das ideias. Então, eu procuro lidar com as coisas com realidade e franqueza. Você está numa situação desfavorável? Porque? Sou eu? É ele? O que posso fazer? Após concluir, não se acomode. Tome uma atitude. O que me leva a situação atual e motivo desse texto.

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