O que você deixou de ser quando cresceu?

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Rodando pelo instragram outro dia me deparei com essa pergunta. Eu parei para pensar. Vários sonhos ficaram pelo caminho. Deixei de ser bailarina, pianista, artista plástica. Por dentro, me tornei menos espontânea, mais observadora, menos sonhadora, menos sentimental, mais resistente.
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Ultimamente me percebi uma adulta “preto e branco”. O foco é ganhar dinheiro. Ser independente. Ser bem resolvida. É preciso ser tudo, ter tudo e é preciso que seja AGORA.

As redes sociais ajudam a piorar isso. Vemos amigos no exterior, amigos casando, amigos tendo filhos, comprando casa. E nos cobramos. O que não vemos são as dificuldades de cada um.

Lembro que quando eu estava no intercambio em 2013, eu estava triste com saudade de casa e questionei o meu ex namorado do por que o meu intercambio era diferente do das outras pessoas, ele me respondeu: “Porque você está acompanhando os outros pelo facebook e não no dia-a-dia”. Ele foi muito sábio. A lente das redes sociais faz parecer que nós estamos pior do que os outros.
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Agora estou curtindo o fim dos meus 26 anos, eu estou me ensinando a ser diferente. Estou me ensinando a escutar minha voz interior e confiar que se eu fizer minha parte, as coisas vão acontecer no tempo correto. Quero viver bem. Quero aproveitar os momentos positivos dos meus 26, 27 … 30… 40, sem surtar que ainda não cumpri o check list da sociedade e sem viver rememorando coisas ruins.

Ok. Não vou fazer a louca e dizer “larga tudo e vai viajar”. Mas vou questionar: Quanto tempo vale curtir um sofrimento? Se cada momento é único.  Ter o auto controle de não se afogar em suas próprias emoções. Aprender a fazer uma pausa, recuperar a força, não permitir que a preocupação te controle. É essencial para uma vida adulta madura e saudável.


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Planejamento estratégico e Gestão do tempo na vida prática

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Eu não sei quantos de vocês sabem que eu estou cursando Pós em Gestão e Gerenciamento de Projetos. Ontem conclui a disciplina de “Gestão do tempo” e durante essas aulas lembrava da disciplina de “Planejamento estratégico”, da minha psicóloga, enquanto reavaliava minha vida. Nessa postagem tentarei fazer jus aos meus mestres em tentar passar minhas inquietações para a vida prática.

Muitos de vocês sabem que eu estou desempregada. Pela primeira vez entendo o dilema: “Quando tenho dinheiro não tenho tempo, quando tenho tempo não tenho dinheiro”. E o que acompanha isso? Desânimo, Depressão, Ansiedade. Mas como aprendi na pós: “Tempo é um recurso não renovável” e que “Crise nada mais é que oportunidade no meio da adversidade”. Sendo assim, convido vocês há se questionarem  comigo: “Quem sou eu?”
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Na aula quando esse quadro aparceu no Power Point. Imediatamente comecei a me classificar. Provavelmente, você também fez isso. Logo foi esclarecido: “Todos temos um pouco de cada”. Então entra aqui o planejamento estratégico. Proponho que você tome um tempo e reflita:

• ONDE ESTOU?
• COMO ESTOU INDO?
• ONDE QUERO IR?
• COMO VOU CHEGAR LÁ?

Essas perguntar podem até soar como “auto ajuda”, mas elas são frequentemente formuladas e reformuladas pelas grandes empresas. Já se deparou com aqueles quadros “visão, missão e valores”? Agora já pensou que isso se aplica na sua vida pessoal?

Isso me remete a temática desse blog. Minha percepção do inicio da vida adulta se deu quando eu vi que a partir de agora o planejamento é por minha conta e risco. Cumpri as metas dos meus pais “escola > faculdade > trabalho”. O que fazer daqui para frente? O que define se sou bem sucedida ou não? E Acredite, a definição dos outros a respeito de sucesso pode ser bastante diferente da sua!
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Vou além: Como seus objetivos estão se refletindo no seu dia-a-dia? Ou seja, se você possui metas elas precisam estar aparecendo na sua programação diária. “Para que programação diária?”
Sabe aquele tempo que você procrastinou no facebook, sendo que você precisa fazer aquele trabalho. O prazo eram 2 semanas e era apenas uma tarefa “importante”, mas como você protelou até o último minuto ela se tornou urgente e importante, resultado? Parabéns você se gerou uma crise!

“O mais importante raras vezes é urgente, e o urgente raras vezes é importante”
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Aliás, você é aquele tipo de pessoa que tem 1 milhão de coisas a executar e todas são prioridade 0?! Deixa esclarecer uma coisa: Quando tudo é importante, nada é importante.
Agora me senti uma mãe chata. Não estou aqui dizendo para você não se divertir. E digo mais: Divirta-se! Mas procure merecer essa diversão. Diversão sem culpa é muito mais prazerosa e evita noites viradas!
Aproveito para trazer novamente um video de um post da Clari que fala absurdamente bem sobre a procrastinação!

Seguindo no limbo das inquietações: Você é aquele do tipo multitask? Então, analise a figura abaixo:
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O interessante é que a procrastinação é algo que está sendo estudado pelos gestores. Onde isso se aplica na sua vida profissional? Eles tomam nas mãos o seu tempo de procrastinação, reduzem o seu prazo. Assim, se você atrasar, o seu tempo perdido já estava contabilizado. O nome desse recurso é “critical chain” ou “corrente critica”.

Então chegamos ao ponto central desse texto: Quem é o gestor da sua vida pessoal? Se programe! Você pode se organizar estimando e disponibilizando tempo e dinheiro. E sinto informar, se isso não partir de você os resultados podem ser desastrosos. Ou seja, aquela autoescola que você protela, aquela atividade física, aquele livro, aquele curso, aquela vida que você imaginou podem nunca acontecer.

Será que é uma tarefa impossível ser o gestor da própria vida? Não! mas é trabalhoso.

Para minha organização pessoal utilizo um método que é muito interessante proposto pela minha psicóloga e foi apresentado de outra forma em planejamento estratégico. Divido minhas metas em: Curto prazo (dias ou semanas), médio prazo (meses) e longo prazo (anos). E em cima disso reorganizo o meu cronograma diário.
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Você pode estar pensando “Mas Sarah! Essas coisas mudam” e eu te responderia “Ainda bem!“.

Nossa vida muda, então as necessidades mudam junto. Atingimos algumas metas, outras coisas deixam de ser metas, outras se tornam metas. O que eu quero dizer com isso? A vida é dinâmica e fatores externos influenciam, sendo assim essa análise precisa ser dinâmica. Revise sempre que sentir necessidade.

Vou finalizando por aqui, porque conhecendo a nossa geração poucos tiveram paciência de ler até esse ponto. Mas termino em grande estilo – como foi finalizada minha aula. No filme “Perfume de mulher”, há uma cena onde Al Pacino tira uma bela moça para dançar, mas ela está aflita, pois seu noivo chegará em poucos minutos e ele apenas responde: “Mas em um momento se vive uma vida”. Desejo que seus projetos se tornem realidade!


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Demissão é como terminar um namoro

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Eita! Papo sério esse título, né?! Outro dia, eu li no face de um amigo “estou livre – sai para não voltar”. Estranho que alguém no meio de uma crise esteja contente em ser dispensado ou que queira sair.

Isso deixou de ser tão estranho quando o mesmo sentimento bateu em mim. E eu pedi demissão. Toda essa nova perspectiva de vida me levou a pensar nessa comparação “bizarra?!”

Mas vamos por partes…

1)Tudo começa no flerte:

Você procura nos sites de emprego, ativa seu network, se inscreve, faz entrevistas. Tenta parecer a pessoa mais incrível do mundo, a experiência vai desde frustrante até prazerosa. Quem nunca viveu o desconcertante primeiro encontro?!

Se você parar para pensar. Além do ato de “caçar”, existem os diferentes graus de interesse:

1) O emprego dos sonhos – idealizado – “ A grande paixão da sua vida”– Aquele que você mataria para ter.

2) Não é o emprego dos sonhos, mas paga as contas.

3) O empreguinho sacana  “Muito esforço para pouco resultado”.

4) O porto seguro – Concurso Publico – “o casamento perfeito?!”

5) O freela “comprometimento é para os facos!”

Dentre outros…

2)“É namoro ou amizade?!”

Primeiramente… pode ser que esse trabalho esteja mais para uma “ficada” – no caso de um freela, ou um emprego temporário – pode ser até que você queira namoro duradouro. Ou talvez… você seja aquela pessoa livre… Meu espaço, meu tempo e minhas regras! Mas acho que uma parte considerável dos seres humanos quer muito encontrar “segurança” e torce muito para que as coisas caminhem para frente.

Então você consegue! Está namorando! Opa! Empregado!… Ah! Grande é a alegria que vem do respeito de uma pessoa comprometida. Eventualmente, começam os “poréns”… Seu salário é por fora da carteira? Você não tem vale? Plano de saúde? As condições do trabalho são tão desfavoraveis que você quase que paga para trabalhar? Seu chefe é um carrasco?

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3)Crises… DR’s… TERMINO?!

O tipo de emprego (assim como o namorado) tem muito a ver com a sua personalidade. Que tipo de vida você quer levar? Muitas viagens, reuniões, ligações e e-mails – Grandes responsabilidades? Desejo intenso de criar? Trabalhar apenas para se sustentar e ter uma vida tranquila em família? Estabilidade profissional? Gosta de trabalhar com pessoas?

Uma coisa que sempre aprendo e se aplica pros 2 lados – Trabalho e namoro nunca serão os ideais – o ideal pertence  ao mundo das ideias. Então, eu procuro lidar com as coisas com realidade e franqueza. Você está numa situação desfavorável? Porque? Sou eu? É ele? O que posso fazer? Após concluir, não se acomode. Tome uma atitude. O que me leva a situação atual e motivo desse texto.

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Você quer um carro? Vamos falar sobre mobilidade urbana!

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No dia 5 de maio estive na Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências e, entre diversas palestras, uma que me chamou a atenção foi “Cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis” de Eduardo Costa (professor da UFSC e PUC-Rio). Isso e mais um pouco de reflexão pessoal e em grupo me inspirou a escrever aqui.

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Para esclarecer um pouco se alguém chegou perdido até esse texto, mobilidade urbana diz respeito a como a gente se move pelas nossas cidades (dã?) e quais os melhores meios de se fazer isso (nem sempre isso é óbvio). Em geral, o primeiro pensamento que nos vem a cabeça é o carro e como a gente sonha que todos os nossos problemas seriam resolvidos se tivéssemos um a nossa disposição (de preferência com um motorista, né?). E muitas de nossas cidades foram construídas e adaptadas ao longo do tempo para que comportem cada vez mais tráfego de veículos, mas será que é isso mesmo que a gente precisa?

Aqui em Niterói, eu sempre valorizei muito o fato de poder andar pela rua. Parece simples, mas venho descobrindo que é algo quase raro. Poucas coisas aqui eu preciso do carro. Na palestra ele cita o exemplo de Paris, e diz que todo mundo que visita a cidade fica com a mesma impressão:

“- O meu hotel era ótimo, ficava próximo à ótimos museus e tinha uma padaria incrível na frente e uma confeitaria maravilhosa a cinco passos de distância…
– Poxa, então você deve ter ficado no mesmo hotel que eu…”

A explicação é que a cidade foi planejada para que tudo que você precise esteja a poucos metros de distância e, praticamente toda sua vida pode ser resolvida no seu próprio arrondissement. A minha vontade na hora foi de levantar e avisá-lo que ele não precisava ter ido tão longe, não conheço Paris mas acho que acabou de descrever Niterói.

Niterói não foi tão planejada como Paris e quem é apaixonado pelo Rio de Janeiro acha minha cidade meio provincial, mas a qualidade de vida aqui é indiscutível.

Por que então estamos em qualquer lugar ávidos por esse modelo de cidade “desenvolvida”, o sonho americano dos subúrbios de filmes?

Alguns fatos que ele menciona durante a palestra:

  • Durante horários de rush, a velocidade média da linha vermelha é em torno de 12km/h. A mesma velocidade da charrete.
  • Só no município de São Paulo 800 carros são licenciados por dia.
  • O custo de manter um carro parado na garagem é em torno de 1500 a 2000 reais por mês.

Então, faço coro à reflexão apresentada por ele: Que grande desenvolvimento é esse, se a gente anda na velocidade da charrete?

Pra enriquecer a reflexão:
Vídeo 1
Neste, o foco é a qualidade de vida que cai em função do uso excessivo de carros. Ela também discute o fato de as cidades serem construídas nesse molde de centro vs. subúrbio e os pesos que esse modelo coloca sobre os ombros da população – em especial, a população pobre.
Vídeo 2
Interessante para avaliar a questão através dos números. Considerando a quantidade de carros que têm em São Paulo e o total de ruas para eles deveriam haver 411 caros por km, mas considerando um tamanho médio de carros populares estes 411 ocupariam 1,5km de ruas. Não fecha né?
Vídeo 3
Sobre a mobilidade urbana se tornar imobilidade urbana. Inclui uma famosa citação, que vale a reflexão: “Cidade desenvolvida não é onde os pobres podem ter um carro, mas sim onde até os ricos usam o transporte público”. Toca no sensível ponto das faixas prioritárias de ônibus.

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Sobre o tempo

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Sexta 08/04/16, esperava a barca ansiosamente. Eu fitava o mar e pensava: “Cadê a barca?!”. Olhava a hora e os minutos se arrastavam. Então me dei conta, segunda eu sentiria falta dessa vontade, desse momento que precedia um grande acontecimento. Sendo assim, me coloquei para refletir a dimensão do tempo.

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Saquarema_João Carneiro

Senti saudade de um dia aleatório em 2013, quando eu morava em Buenos Aires. Talvez fosse Junho ou Julho. Estava frio. Eu andava rápido pelas ruas de Palermo Soho, indo visitar uma amiga. Estava atrasada, e me atingiu repentinamente aquela sensação de saudade antecipada, analisei as arvores repletas de folhas secas e pensei: “Está passando rápido e vai fazer falta”.

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Cordoba_Quebrada del Condorito_Yasmin Pinheiro

Então, voltei mais ainda e me descobrindo uma analista temporal. Me impressionei. A primeira lembrança de parar no tempo foi por volta dos 9-10 anos. Estava no carro do meu pai e vinha visitar minha avó em Niterói. Lembro de estar no meio de uma briga, sono vs ansiedade. Então, deitada no banco do carro suspirei e pensei: “Estranho… Já estou sentindo saudade da minha avó. Será que o tempo escorrega?”.

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Cataguases_Não sei

O coração se apertou no meio das memórias. Quantas coisas magnificas a vida nos traz, quantas coisas nos fazem sofrer e depois perdem a importância.

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Cataguases_João Carneiro

Conclui minha divagação com a dúvida: Será que algum dia eu sai daquele carro?! Por fim a espera sessou, contente vivi o meu fim de semana e na segunda senti saudade.

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Obs1: Aproveitei o clima de divagação para rever as fotos do face e foi muito gostoso o resultado. Recomendo!
Obs2: Aproveitei para dar os devidos créditos para meus amigos fotógrafos. Sem eles seria mais difícil relembrar. Obrigada!

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TED Talks Favoritos

Todo mundo conhece os TED Talks né? Se não, aqui vai um resuminho: TED é atualmente uma organização sem fins lucrativos que promove essas palestras curtas, a intenção é espalhar ideias em 18 minutos ou menos. Inicialmente os temas eram tecnologia, entretenimento e design (daí, TED) e como esses temas convergiam entre si, mas se espalhou pra atualmente falar sobre quase tudo.

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Os vídeos saem no Youtube todos os dias, e de vez em quando eu pego os de títulos mais interessantes pra assistir e alguns me marcam bastante. Foi o que aconteceu com um vídeo essa semana (passada), então resolvi compartilhar alguns dos meus talks preferidos.

Ele é divertidíssimo, me identifiquei muito e (SPOILER) tem um fim meio dramático. Se identificar com o vídeo não é difícil, todo mundo procrastina em algum nível na vida. Meu macaquinho da procrastinação é A-PAI-XO-NA-DO pelo Netflix – eu e ele vamos tentar um programa de reabilitação pra resolver isso. Um dia a gente começa, prometo.

Aliás, esse é o cara desse texto, que foi traduzido aqui, e que é o tipo de leitura introdutória para o tema “geração Y” de quase todo mundo com quem eu já conversei sobre o assunto.

Esse segundo vídeo me marcou especialmente por uma frase: “O privilégio é invisível pra quem o tem”. Eu não sou muito de entrar em discussões “quentes” envolvendo mais do que três pessoas, mas quando eu vejo discussões nonsense por aí esse é o vídeo que eu gostaria que todos vissem. Então ta aí.

Eu queria ter visto esse vídeo mais nova, pra ter sempre uma resposta pronta pra quem fala (com cara de pena): “Você é tão quetinha…”. Agora eu já aprendi a lidar com isso, e talvez minhas escolhas pela e na carreira acadêmica reflitam essa minha característica. Mas fica aí, como um capítulo de “Manual do mundo e das pessoas”, principalmente para aqueles que acham que ser calado é um defeito.

Outros vídeos que valem destaque:
Esse vídeo foi um dos primeiros TED talks a ser publicado online (acho) e que contribuiu muito pra viralizar o evento.

– Esse aqui tem a Shonda Rhimes sendo frenéticamente workaholic (sou fã assumida das séries dela)

– O que deveria ser senso comum, na forma de um tutorial – ou outro capítulo do “Manual do mundo e das pessoas”.

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