A nova onda do Imperador: Cusco em 5 dias

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Bom, eu acabei de voltar de Cusco, no Peru, e resolvi contar um pouco sobre como foi a viagem. Eu mesma planejei quase tudo e fiquei bem feliz com o resultado! 🙂
Então, vou começar pelo tempo de viagem: meu roteiro é de apenas 5 dias, mas se for possível aconselho ficar mais tempo. Eu tinha lido em vários blogs que 5 dias era suficiente para conhecer a cidade, mas não estava contando que em dois desses cinco dias eu passaria viajando e não poderia aproveitar tanto a cidade. Acredito que o tempo ideal seria de 7 dias, assim poderia visitar os lugares básicos do roteiro turístico que ficaram faltando e ter um tempinho a mais de explorar a cidade.
Começamos então pegando o avião de 5h40 aqui no Rio e acho que a maioria dos vôos pra lá saem nesse horário já que os outros brasileiros com quem conversei durante a viagem disseram ter viajado nesse mesmo horário. Apesar de ter que chegar no aeroporto mais ou menos 3h da manhã, pra fazer o check-in e ir pra sala de embarque até que não foi tão ruim. Eu com meus incríveis 1,57 cm de altura e anos de treinamento estudando de manhã, consigo me acomodar bem e dormir em qualquer lugar, então nem senti tanto a viagem (na verdade, até prefiro viajar de noite porque passa mais rápido). Nosso vôo tinha conexão em Lima, então chegamos no hotel em Cusco entre 13h e 14h da tarde.
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Logo que chegamos já tivemos nosso primeiro susto: o câmbio era bem diferente do que tinha pesquisado, mas precisávamos de dinheiro e resolvemos trocar ali mesmo no aeroporto, que costuma ser mais caro. Pagamos 1 real para 85 centímos de soles x_x! E aqui entra a segunda dica: não troque muito dinheiro! Apesar do câmbio ser bem abaixo do que esperávamos ficamos com dinheiro sobrando no final, que acabei gastando em coisas inúteis. No final, eu gastei menos de 200 soles em cinco dias, para as coisas comuns do dia-a-dia, tipo comida. Como a gente não queria viajar só com real, levamos dólares também porque lá eles também aceitam e pagamos o pacote dos passeios assim. Não é difícil achar casas de câmbio lá, na verdade, até barraquinhas de artesanato faziam isso, mas trocavam principalmente dólar e euro.
Como ficaríamos pouco tempo e deixamos pra comprar todos os tickets e passeios lá tínhamos que resolver isso logo no primeiro dia, que é um dia que você não deve fazer muito esforço por causa da altitude. (Eu não senti nada do soroche, mas levei as recomendações a sério e procurei não me esforçar muito no primeiro dia.) Enfim, tudo isso pra falar que compramos o pacote do nosso taxista. Sim. Do taxista do aeroporto.
A gente pegou o táxi do lado de fora, porque o primeiro cara do lado de dentro que nos abordou falou que custaria 50 soles até o hotel e tínhamos acabado de levar uma facada com a taxa de câmbio, então eu só ri da cara dele e fui embora. Do lado de fora a gente encontrou esse cara e conseguimos pechinchar o táxi pra 20 soles e nisso fomos conversando. Ele perguntou se já tínhamos um roteiro e começou a explicar um pouco sobre isso. Chegou até a parar em frente ao “escritório” dele, ou seja, uma rua esquisita que tava com tudo fechado (depois descobrimos que era feriado), mas pedimos pra ele nos deixar primeiro no hotel para pensarmos e fazer as contas pra ver se o valor realmente valeria a pena. No final a gente nem procurou muito, estávamos sem paciência e queríamos resolver logo isso. Só entramos em uma agencia na praça das armas e que nos atendeu muito mal, então fechamos com ele mesmo. Foi arriscado, sim, mas deu certo.

Chega de enrolação: vamos ao city tour! Foi nosso segundo dia na cidade e primeiro passeio. Um cara foi lá no hotel de manhã deixar nossas entradas e avisar que alguém nos buscaria 13h15 da tarde. Aproveitamos a manhã pra andar em lugares perto do hotel, mas como estávamos meio perdidas ainda e com medo de sentir algum mal de altitude, não rendemos muito nessa caminhada. Enfim, a pessoa foi lá buscar a gente e nos levou para o primeiro lugar – Qorikancha. Percebemos que o boleto turístico da minha prima estava no nome da mãe dela (por algum motivo eles confundem) e acabamos ficando presas do lado de fora tentando resolver isso. Pegamos o grupo já começado com um cara, señor Jesus, que falava espanhol muito rápido e um inglês com sotaque muito forte, ou seja, a gente não entendia nada que ele falava. Esse foi um lugar que fiquei triste de ter passado tão depressa! O cara só ficava falando e falando e não nos dava tempo para ver o lugar… Talvez se o tour começasse mais cedo daria pra ver melhor. Mas por causa disso eu quase me perdi do grupo umas 5 vezes nos 30 minutos que ficamos lá. DICA: Tentem visitar Qorikancha fora do city tour! É fácil chegar, o ingresso é separado do boleto turístico e tem guias na porta do local se você desejar.
Depois a gente pegou o ônibus e fomos para Saqsayhuaman. Não lembro qual era a distância, mas como aquele guia não parava de falar parecia infinito. Chegando lá já tínhamos pegado a malicia de abandonar o grupo, já que não entendíamos nada que ele falava e estávamos frustradas com a visitação super corrida no templo anterior. A gente deu umas voltas por lá, tiramos umas fotos, mas como era o primeiro lugar do tipo e eu não conhecia nada da sua história, pra mim era só um monte de pedra empilhada. Mas, por favor, façam diferente porque depois de visitar os outros locais, percebi que esse era um dos mais bonitos na minha opinião. As construções incas são muito incríveis, tentem valorizar cada lugar que vocês visitarem por que é realmente especial. (Mas eu só fui entender isso no segundo dia, com uma guia mais legal e que era possível compreender o que ela falava).
Depois fomos a Q’enqo e Tambomachay, mas como eu não estava prestando muita atenção não lembro de quase nada. Nem vendo as fotos eu lembro qual era qual. Estou me guiando pelo roteiro escrito que a gente ganhou do guia e os furinhos que eles fazem no boleto turístico quando você visita o lugar.
Por último paramos em Puca Pucara e lá visitamos uma loja e fábrica de produtos com lã de alpaca e llama. Essa loja até que foi legal, uma pessoa de lá falou um pouquinho sobre como diferenciamos os produtos legítimos dos falsos e nos ensinou sobre as diferentes qualidades das lãs de acordo com a raça das alpacas.
Voltando para a cidade, o ônibus nos deixou perto da praça das armas e de lá voltamos pro Hotel. Eu saí para comer sozinha e acabei num bar de esportes muito legalzinho chamado La Fabrica Sports Bar. Lá eu comi um macarrão delicioso lá que custou 19 soles e era enorme. No último dia almoçamos lá também, mas dessa vez dividi com a minha prima e serviu muito bem nós duas. Eu queria muito sair e fazer algo animado e divertido, mas não tinha conhecido ninguém ainda e lá nesse bar só tinha gente mais velha então não durei muito (apesar de que estava doida pra jogar dardos!), só comi e fui embora. Outra coisa que foi ruim em ter ficado pouco tempo: não deu pra curtir muito a vida noturna da cidade.
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No fim desse intenso primeiro dia, passei 40 minutos no telefone da recepção tentando conseguir um médico pra minha prima e acabou que ela estava com intoxicação alimentar. Então ela ficou no hotel no dia seguinte e eu fui passear sozinha.
Terceiro dia: Vale Sagrado. Todos os lugares que eu li diziam que nas cidades desse lugar tinham várias feirinhas de artesanato, principalmente no domingo, mas eu não achei nada demais quanto a isso. E olha que eu fui no domingo. A guia nesse dia era muito melhor, falava de forma clara e devagar e tinha um sotaque de inglês bem melhor que nosso primeiro guia. Então posso dizer: vale muito a pena ter uma visita guiada de qualidade, você consegue entender melhor o que são aqueles lugares que você está visitando e aproveitar muito mais do que só ir lá e tirar foto. O roteiro desse lugar inclui dois lugares principais: Pisaq e Ollantaytambo. Não vou me prolongar falando de cada um deles, mas dessa vez tivemos mais tempo para explora-los por nossa conta e os dois lugares são lindíssimos! Nesse dia também compramos o pacote com almoço incluso e vale muito a pena! É um buffet liberado e com vários pratos típicos peruanos. O restaurante era na cidade de Urubamba, mas a gente só ficou dentro do restaurante mesmo. Por fim, a última cidade é Chinchero, mas, de novo, chegamos lá e já estava escuro, então só conhecemos uma lojinha de lá. Nesse lugar foi a demonstração mais legal de todas! Eles mostraram como era o processo de confecção das peças têxteis desde a lã crua, até uma manta pronta! É realmente bem legal ver como é tudo feito com ingredientes naturais e o trabalhão que dá… depois disso fiquei até com pena de pechinchar os preços.

De noite consegui achar finalmente um lugar agitado e com pessoas da minha idade. Um argentino que conheci no tour me levou no hostel dele que tinham uns eventos, tipo umas festas de noite. O lugar de chama Loki Hostel e é bem legal! Lá eu comi uma pizza e joguei Beer Pong com uma galera meio aleatória. A parte mais legal é que cada um era de um canto do mundo ali e todos estavam na mesma vibe animada e receptiva. Infelizmente fui embora meio cedo, já que no dia seguinte iria acordar 4h30 da manhã para ir a Machu Picchu.
Quarto dia: o tão esperado Machu Picchu. Esse merece uma dica logo de cara: NÃO DEIXEM SEU GUIA COMPRAR O TREM DA VOLTA TÃO TARDE!!!! Um carro nos buscou no hotel as 5h em ponto, e de carro mesmo fomos até a estação de Ollantaytambo pegar o trem. O cara só deixou a gente lá com as passagens e o ticket de entrada e mandou a gente procurar uma bandeira vermelha escrito o nome do grupo. Obviamente a gente não achou o grupo. Catei um wifi e liguei pro nosso agente turístico (a gente só comprou o pacote com ele, não o encontramos nenhum outro dia) e ele falou que o grupo já tava no trem. Entramos meio desesperados no trem e não encontramos a tal da bandeira de novo. A viagem foi boa e rápida, o trajeto é muito bonito e o trem é bem confortável, vale bastante a pena!
Chegamos em Aguas Calientes e eu resolvi perguntar pra primeira pessoa que eu vi com uma bandeira pra saber se ela tinha visto nosso grupo. Acabou que o grupo que procurávamos era o dela, mas a bandeira era azul. Como podem ver já começou tudo meio confuso e assim continua. Como a gente ainda não tinha as passagens de ônibus pra subir de Aguas Calientes para Machu Picchu ela nos deixou com outra mulher pra comprar as passagens. E que por sua vez nos deixou no ônibus com as instruções de encontrar uma terceira pessoa que seria nosso guia em Machu Picchu. Chegamos lá em cima umas 9h40 e encontramos o señor Fernando apenas 10h15. Foi tudo bem confuso e corrido, mas finalmente entramos e 6 pessoas do grupo de 8 eram brasileiros. E todos cariocas <3 O tour durou umas 3h mais ou menos e segui a dica de um amigo de não tirar muitas fotos para aproveitar bastante aquele momento porque é um lugar muito especial (obrigada, Gabriel!). Por fim, ficamos livres para andar sozinhas pelo parque mas como minha prima não tava se sentindo bem no calor (inclusive o chocolate da minha mochila derreteu, sujou tudo, e ainda ficamos com belíssimas marcas de camisa por causa do sol) voltamos para Aguas Calientes por volta de 14h30. Nosso trem só sairia 20h20. Sério. Não façam isso. Tentamos de todo jeito trocar a passagem pra mais cedo, até mostramos o atestado médico, mas não adiantou… Nós também não éramos os únicos com o trem tarde tentando conseguir vaga mais cedo.
Enfim, não deu. Rodamos aquela cidadezinha inteira umas 3 vezes. Não tem nada demais, e é tudo mais caro. Mas foi divertido. Queria ter voltado mais cedo e aproveitado mais da cidade de Cusco, mas foi legal lá também. Chegamos no nosso hotel mais de 00h.

Ultimo dia (e, nossa, como eu falo!!!): Mercado São Pedro. Usamos o resto do tempo que tínhamos sobrando para ir nos museus que tínhamos entrada por causa do boleto turístico e gastar os soles que nos tinham sobrado nesse estranhíssimo lugar chamado mercado São Pedro. O lugar é uma mistura só! A gente quis ir lá porque no primeiro dia perguntamos a uma guardinha de transito onde poderíamos comer barato e ela falou desse mercado. Era muito esquisito, não sei nem como descrever… Bem cena de filme mesmo com uns bichos mortos pendurados pra vender, pé de galinha (!!!!!!), várias moscas, etc. Mas tinham também várias barraquinhas vendendo artesanato local e era bem mais barato, então valeu a pena.
Vou deixar aqui os lugares que eu comi e lembro o nome:
-Café Perla (Esq. San Andrés com Kuychipunku, nº492): o lugar é uma graça e tem um preço bom. Lá comi uma Truta a la Plancha deliciosa.
– La Fabrica Sports Bar (Rua Santa Catalina, nº360): é um bar temático que serve tanto pra comer como pra encher a cara. Tem umas mesas com dardo e em outro andar tem também sinuca e pebolim. Fui super bem atendida e, o preço da comida era bom e o prato que eu comi dava pra dividir tranquilamente. (as cervejas e drinks eram um pouco mais caros, mas nada fora do comum, coisa de 20 soles em média)
– Loki Hostel (Cuesta de Sta. Ana, nº 601): lá você precisa de uma pulseirinha pra entrar e você usa ela pra pagar também. Não sei como funciona pra pessoas de fora já que eu entrei meio escondido e peguei as coisas com a pulseira desse meu amigo, mas lá eu dividi uma pizza que custou 12 soles e ainda sobrou uns dois pedaços. A cerveja também tinha um preço bom.
Dicas no geral:
– Atenção ao horário do trem da volta em Machu Picchu. O parque fecha as 17h, e o ultimo ônibus desce 17h30, mas dá pra conhecer tudo com calma e terminar bem antes. Acredito que o trem das 18h seja o ideal, assim você vê tudo com o guia e sem ele depois e sem ficar muito tempo atoa na cidade.
– Tente passar a semana lá, assim você terá mais tempo de explorar as ruazinhas da cidade que por si só já são belíssimas. Cinco dias foi muito corrido e não conseguimos ver tudo.
– Comprando todos os passeios num pacote só porque saí mais barato assim, mas se puder gastar um pouco mais, acho que vale a pena ir comprando separadamente e escolher guias melhores em uma língua que você entenda! Dessa forma você escolhe os lugares que vai passar mais tempo e aproveitar tudo que o lugar e sua história podem proporcionar.
– Se você quer calma, e valoriza sua cama e banheiro fique numa pousada. Mas caso esteja interessado em conhecer gente nova, fazer amigos e curtir a noite cusqueña aconselho um hostel, lá tem várias opções para todos os gostos.
– Ficamos hospedados na pousada La Casona de Rimacpampa. Lá só serve café da manhã, que nem era tão bom, mas eles nos atenderam muito bem, principalmente no dia que precisei chamar um médico. O ruim foi que no dia que chegamos mais tarde não tinha mais água quente no chuveiro.
– Inca Kola tem gosto de chiclete de tutti frutti.
A nova onda do Imperador: Cusco em 5 dias

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5 lugares ao ar livre imperdíveis no Rio de Janeiro

Isa Por aí
Confesso que quando recebi o convite da Sarah e Clarissa para escrever para o blog, fiquei honrada! Passada a euforia inicial, comecei a me perguntar: “Logo eu, de exatas, super objetiva e que corria das redações na escola, como conseguirei contribuir para a página delas?!”. E bateu aquela insegurança… Parei, pensei, refleti e vi que nada melhor do que falar sobre aquilo que move e estimula a gente.
Eu, como boa ariana que não consegue parar quieta, sempre gostei de explorar novos lugares! Pode ser aqui do lado de casa (em Niterói – RJ) ou em outro país! O importante é não estar parada! E por todo canto que passo, saio registrando tudo através de fotos e escrevendo as minhas percepções! Talvez, pela certeza de uma carreira relativamente estável, cursei engenharia e levei a fotografia como hobby. Mas este ano, resolvi dar um passo à frente e expor todos esses registros, explicando um pouco sobre cada um desses lugares.
Sendo assim, vamos falar do que eu entendo!
Mais do que uma reflexão sobre a vida adulta levo este texto como um informativo de sugestões de lugares que a nossa cidade vizinha oferece, mas que muitas vezes passam despercebidos na correria do dia a dia.
Eis aqui 5 lugares ao ar livre imperdíveis (pelo menos na minha opinião) no Rio de Janeiro:

Mureta da Urca
Isa Por aí
Amor à primeira vista, a mureta é um dos meus lugares preferidos no Rio! Localizada no bairro de mesmo nome na Zona Sul carioca, ela é super democrática, contando com bares para todos os gostos e bolsos ao longo de sua extensão. Assistir ao por do sol sentada na mureta, com os amigos, comendo um pastel e bebendo alguma coisa, num pós praia deveria ser parada obrigatória para todo carioca ou visitante da cidade maravilhosa pelo menos uma vez!!

Pedra do Arpoador
Isa Por aí
Já experimentou assistir ao por do sol de cima da Pedra do Arpoador? Com uma visão completa da Praia de Ipanema e Leblon, contando com o Morro Dois Irmãos ao fundo, é a arquibancada preferida de 8 em cada 10 cariocas no verão! Conseguir um espacinho na famosa pedra não é tarefa fácil, mas vale muito a pena! A cada entardecer, o sol se despede com uma salva de palmas dos expectadores! Experiência que renova qualquer energia!

Praia da Joatinga
Isa Por aí
Esse paraíso fica escondido entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca! A pequena praia de apenas 300 metros possui um visual deslumbrante, com um mar de água cristalina, num tom azul esverdeado poucas vezes encontrado no Rio!
Como chegar?!
A opção mais viável é o carro, já que os ônibus param muito distantes! Pegue a Estrada do Joá e entre no condomínio na Rua Pascoal Segreto (ponto de referência: o Clube Costa Brava fica dentro do condomínio). Há estacionamento no local, mas com número de vagas reduzidas! Portanto, se você optar ir num dia de sol, chegue cedo!
Após estacionar, para chegar efetivamente na praia, você deverá descer um caminho de pedras e rampas (nada tão perigoso), com mirantes pelo percurso.
Dica: Na maré alta/cheia (geralmente no outono e inverno), a faixa de areia some. É uma boa verificar a maré antes de ir até lá.

Mirante Dona Marta
Isa Por aí
Se você busca uma vista panorâmica da Cidade Maravilhosa, o Mirante Dona Marta é o lugar certo! Da Zona Norte à Zona Sul, é possível observar o Maracanã, a Baía de Guanabara, o Aterro do Flamengo, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Cristo Redentor!
Ao chegar no estacionamento do mirante, você terá duas possibilidades: de um lado uma escada de pedras leva até o mirante propriamente dito e do outro, um heliponto garante um lindo visual do Cristo Redentor mais de pertinho e da Lagoa Rodrigo de Freitas! O passeio vale muito a pena e o melhor: é possível chegar lá sem fazer nenhuma trilha e é gratuito!
Como chegar?!
Não há ônibus que leve ao mirante. As melhores formas de chegar até lá em cima são: de carro ou através de uma trilha que se inicia na favela Santa Marta (pacificada).
De carro: siga para o Cosme Velho pela Ladeira dos Guararapes, na direção do Corcovado. Em seguida, haverão placas indicando para o Mirante, o acesso é bem fácil! Como já mencionado, há estacionamento no local, sendo necessário colocar o cartão no veículo (R$ 2,00 para cada 2h de permanência).
Por trilha: o caminho é ir até o morro Santa Marta, subir ao topo da favela pelo elevador e seguir pela trilha que leva entre 30 e 50 minutos (grau de dificuldade médio).

Mirante do Sacopã
Isa Por aí
Para mim é a melhor trilha em custo-benefício, subida rápida e sem grande grau de dificuldade, mas com um visual maravilhoso!
A caminhada inicia-se na entrada do Parque Natural Municipal da Catacumba, localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas. Em um percurso de 330 metros, em cerca de 20 minutos, você chega ao mirante. Lá de cima é possível observar a Lagoa, a Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos, o Jockey Club, a Praia do Leblon e o Cristo Redentor.
Na entrada do parque, há banheiros e uma pequena lanchonete.
Como chegar?!
A trilha fica no Parque Natural Municipal da Catacumba (Av. Epitácio Pessoa, 3000 – Lagoa), próximo ao corte do Cantagalo. Para chegar ao parque, você poderá ir tanto de carro quanto de transporte público.
De carro: não há estacionamento no local. Uma boa opção é o estacionamento ao entorno da Lagoa.
De ônibus: procure uma linha de ônibus que passe pela Av. Epitácio Pessoa.
De metrô: desça na Estação Cantagalo, ande na direção do Corte do Cantagalo, passando por ele e contorne a Lagoa pela direita. Em 10 minutos de caminhada, você avistará a entrada do Parque.
Horário de Funcionamento:
Terça à domingo, das 8h às 17h (até às 18h no verão).

Bom, o Rio de Janeiro conta com inúmeras possibilidades quando o assunto é atividade ao ar livre, porém essa breve lista já é um começo se você deseja explorar essa cidade maravilhosa!
Isa Por aí

Parabéns Mari! 🎂🎁🎉🎊 @sarahbbrito @vitor_eboli @marianaserenario @renatinhadns @paula.ferpat @clari_carneiro @leticia_vidigal

Uma publicação compartilhada por Isabela Farias (@isamfarias) em

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Trilha rumo ao Cristo Redentor

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“A vontade de se preparar precisa ser maior que a vontade de vencer.” Bob Knight

Eu e Clari praticamente inauguramos o blog contando sobre trilha. E eu aproveiteo o feriado de 12/10 e fiz uma nova trilha aqui no Rio, a trilha Parque Lage – Cristo redentor. Aliás.. Tem coisa mais carioca que visitar o Cristo Redentor? Na verdade tem… poucos moradores do Rio vão ao Cristo.

Devo essa experiência a Marilia, que foi a guia dessa trilha. Essa pessoa é minha irmã gêmea, nós também não sabíamos disso quando fomos nos inscrever na Pós Graduação de Gestão e Gerenciamento de projetos.

Voltavamos da pós na terça 11/10, super tarde, pegamos chuva e tudo, e Marilia me persuadiu dizendo que “Amanhã vai ser um dia lindo e você vai preferir ficar dormindo?! Sua cama vai estar lá quando você voltar da trilha. Nem vai acabar tarde!”. Ela disse muitas verdades e uma mentira. A trilha demorou mais do que havíamos previsto.

Acabei despertando as 6:30 do dia 12/10 e o dia estava lindo. Céu azul, fresquinho. O típico dia perfeito para fazer trilha ou para ir para praia. Exceto que eu não estava preparada. Eu não tinha tênis. Porém, percebi que eu ia me doer de raiva quando visse as fotos maravilhosas que a Marilia iria postar. Então, decidi que ia de sapatilha. Obs: Não faça isso.

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Cheguei no Parque Lage as 11h, fiz um lanche enquanto aguardava o pessoal. A subida começa por baixo do parque e é muito bem sinalizada. São 2h para subir e 1h e meia para descer. Uma pessoa do grupo assina a lista da morte, ultima foto e vamos subir.

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A trilha é uma subida infinita dentro da mata. O que favorece na proteção contra o sol. Prejudica na falta de mirantes. A parte inicial da trilha é tranquila. Porém, para os medrosos é importante alertar tem trechos onde “escalaminhar” é necessário. Obs: Até fiz um vídeo.

Uma das poucas vezes que podemos ver a paisagem durante a caminhada

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Cruzando com o trem que sobe até o cristo

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Cumprimos a trilha com aproximadamente 2h. Eu achei a trilha do Morro Dois Irmão mais fácil. Não recomento para quem tem medo de altura por causa da subida na pedra. Vale ressaltar que pagamos R$24,00 (em dinheiro).

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Na hora de voltar começou uma dúvida: voltar pela trilha, pagar vinte e tantos reais para descer de van, ou descer pela estrada até o catete.

Decidimos não gastar dinheiro com a van, e como estava tranquilo descer pela estrada optamos por “tentar” chegar ao Cosme Velho. Nós falaram 1h e meia a realidade foi outra.

O passeio continuava agradável, mas a fome foi apertando. Após umas 2 horas andando descobrimos um ponto de ônibus aleatório, descobrimos também que estávamos perto de Santa Teresa e acabamos a jornada comendo um maravilhoso prato de comida no bar do adão na Lapa.

Moral da história: Nem sempre o caminho aparentemente mais fácil será o melhor ou o mais curto. Mas independente da sua escolha as coisas te levarão para algo melhor. Também, não podemos avaliar se a outra opção teria sido melhor, pois não tivemos a oportunidade de viver o ônus dessa opção. Por fim, a vida é feita de escolhas, honre o seu caminho, se esforce, dê o seu melhor, evite olhar para trás. A recompensa chega. Quanto mais esforço, Mais gostoso.

Importantíssimo acrescentar: Não sabíamos mas era aniversário de 85 anos do Cristo! Grande benção! (obrigada por me lembrar Marília)

Até a próxima!

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2016 e a necessidade de saltar de paraquedas

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Lhes escrevo após viver um rush de adrenalina que foi a minha experiência desse domingo 17/07. Mas, como diria o Jack Estripador, vamos por partes.

O ano de 2016 está sendo meio bunda, muitas coisas, que não estão dentro do meu controle, mudaram e com isso toda a minha perspectiva de vida mudou. Minha psicóloga não cansa de tentar me convencer que é um ano de aprendizagem e a cada dia que passa estou mais madura. Honestamente, eu estou me sentindo um mar de emoções, travando uma luta constante entre o desanimo e positividade. Mas… como estou determinada a passar por isso, comecei a pensar em alternativas de tornar esse um ano memorável.

Eis que surge uma promoção no Groupon do salto de paraquedas, aquele e-mail ficou na minha cabeça por 2 dias inteiros. Perguntei pro meu namorado se ele saltaria e ele disse “sim”. Resolvi clicar novamente e, inacreditavelmente, estava ainda mais barato. Então pensei: “É agora!”. Marquei o salto para o dia 17/07 que era um dia simbólico para mim.

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Foram várias recomendações antes do salto, selecionei algumas mais importantes:

  • O salto de batismo precisa ser duplo, ou seja, você salta com um instrutor. Meu namorado achou essa condição muito desconfortável.
  • O limite de peso do aluno de salto duplo é de 90kg utilizando um equipamento padrão.
  • Não é necessário nenhum tipo de exame medico para o salto duplo.
  • Use roupas confortáveis e tênis.
  • Não se deve beber 48h antes do salto.
  • Você deve se alimentar bem antes do salto para não enjoar.
  • Você não consegue saltar junto de seu amigo, namorado ou qualquer coisa. Na verdade, você mal consegue vê-lo durante o processo.
  • Você não pode saltar com a sua câmera. Para isso é preciso ter executado 50 saltos.

Chegamos no local do salto as 8:30 e fizemos um rápido curso onde informam as 5 coisas que você precisa precisar fazer durante o salto:

  1. Coloque a cabeça para traz na hora do salto.
  2. Segure as alças do traje.
  3. Dobre as pernas para traz, isso estabiliza a queda.
  4. Quando o instrutor te tocar significa que você pode abrir os braços.
  5. Na aterrisagem tem que levantar as pernas para você terminar o voo sentadinho.

Enquanto aguardávamos eu estava tão nervosa que me tornei a maníaca do sorriso:
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Até o instrutor desistiu de mim… (risos)

Então imaginem um teco-teco barulhento que sobe muito, mas muito alto. É assim. Entulhado de gente. Eu fui escolhida para ser a ultima a saltar. Na hora, tive todas as vontades do mundo: vomitar, fazer coco, fazer xixi. Do nada você escuta: “PEN PEN PEN!”. Juro! Aquele barulho típico de quando deu pani no sistema. Mas, na verdade, é o anuncio que os saltos vão começar.

O paraquedista amarrado em você te direciona para a beirada do avião. Não dá muito tempo para pensar. Só tem espaço para o vento e a adrenalina. 200km/h e você mal consegue respirar – é sério – é necessário dar um grito para soltar o ar que está no pulmão, a impressão para mim foi a de renascer – sabe quando o neném nasce e ele precisa chorar para o pulmão funcionar? É isso! Só que no grito.
E o sorriso não saiu do rosto nem 1 minuto. Acho que piorei o dano cerebral que já tinha. Ao menos, espero ter produzido muitas endorfinas.
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Coisas que vale a pena mencionar: No momento da queda estava tudo muito instável, isso porque eu esqueci de levantar as perninhas; você não sente dor com o tranco do paraquedas abrindo; o instrutor solta um pouco o cinto após a abertura de paraquedas e isso dá um susto; a aterrisagem é tranquila, de bumbum, mas você tem que cooperar.

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Eu queria ter postado o vídeo aqui no blog, mas está muito pesado. Vou ver que mágica faço e posto depois.
Gostaria de agradecer ao meu namorado por ter participado dessa empreitada comigo e ter sido o melhor companheiro de aventura, eu não teria coragem de ir sozinha.
Achei tudo uma delicia, mas realmente é para os fortes. Se você tem vontade, saiba que vale muito a pena!

Ficou com alguma dúvida? Comente que eu respondo!

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