Demissão é como terminar um namoro

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Eita! Papo sério esse título, né?! Outro dia, eu li no face de um amigo “estou livre – sai para não voltar”. Estranho que alguém no meio de uma crise esteja contente em ser dispensado ou que queira sair.

Isso deixou de ser tão estranho quando o mesmo sentimento bateu em mim. E eu pedi demissão. Toda essa nova perspectiva de vida me levou a pensar nessa comparação “bizarra?!”

Mas vamos por partes…

1)Tudo começa no flerte:

Você procura nos sites de emprego, ativa seu network, se inscreve, faz entrevistas. Tenta parecer a pessoa mais incrível do mundo, a experiência vai desde frustrante até prazerosa. Quem nunca viveu o desconcertante primeiro encontro?!

Se você parar para pensar. Além do ato de “caçar”, existem os diferentes graus de interesse:

1) O emprego dos sonhos – idealizado – “ A grande paixão da sua vida”– Aquele que você mataria para ter.

2) Não é o emprego dos sonhos, mas paga as contas.

3) O empreguinho sacana  “Muito esforço para pouco resultado”.

4) O porto seguro – Concurso Publico – “o casamento perfeito?!”

5) O freela “comprometimento é para os facos!”

Dentre outros…

2)“É namoro ou amizade?!”

Primeiramente… pode ser que esse trabalho esteja mais para uma “ficada” – no caso de um freela, ou um emprego temporário – pode ser até que você queira namoro duradouro. Ou talvez… você seja aquela pessoa livre… Meu espaço, meu tempo e minhas regras! Mas acho que uma parte considerável dos seres humanos quer muito encontrar “segurança” e torce muito para que as coisas caminhem para frente.

Então você consegue! Está namorando! Opa! Empregado!… Ah! Grande é a alegria que vem do respeito de uma pessoa comprometida. Eventualmente, começam os “poréns”… Seu salário é por fora da carteira? Você não tem vale? Plano de saúde? As condições do trabalho são tão desfavoraveis que você quase que paga para trabalhar? Seu chefe é um carrasco?

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3)Crises… DR’s… TERMINO?!

O tipo de emprego (assim como o namorado) tem muito a ver com a sua personalidade. Que tipo de vida você quer levar? Muitas viagens, reuniões, ligações e e-mails – Grandes responsabilidades? Desejo intenso de criar? Trabalhar apenas para se sustentar e ter uma vida tranquila em família? Estabilidade profissional? Gosta de trabalhar com pessoas?

Uma coisa que sempre aprendo e se aplica pros 2 lados – Trabalho e namoro nunca serão os ideais – o ideal pertence  ao mundo das ideias. Então, eu procuro lidar com as coisas com realidade e franqueza. Você está numa situação desfavorável? Porque? Sou eu? É ele? O que posso fazer? Após concluir, não se acomode. Tome uma atitude. O que me leva a situação atual e motivo desse texto.

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7 Comments

  1. Adoreeeei a analogia! Quantas vezes nos anulamos para tentar nos encaixar naquela vaga/ relacionamento? Tentamos convencer o outro que temos aquele perfil e acabamos infelizes?

    Fica a reflexão de como tentar ter uma vida equilibrada e não pirar nesse processo doido de “virar adulto”.

    Bjs!

  2. Ahhh =c A outra ai comentou antes de mim kkkkk

    essa de o ideal esta no mundo das idéias foi um belo tapa de Platão me lembrando q eu deveria estar estudando pra prova ao invés de no computador T-T

  3. Uma coisa que eu tenho pensado muito dentro desse assunto emprego é: você acha que a sua realização na vida vai ser através do trabalho?
    Não acha que exista resposta certa, mas acho que é essencial saber a sua resposta pra essa pergunta, porque ela vai definir que tipo de busca você vai fazer na hora de procurar um emprego.
    Às vezes trabalhar pra pagar as contas e ter tempo livre pra família e os hobbies que você ama é o melhor plano de vida. Outras vezes, se você não produzir algo que te faça feliz no trabalho, não importa o que exista fora dele que você não vai ser feliz…

    1. Exatamente. Em qualquer aspecto da vida, o autoconhecimento é primordial. Como saber o que te faz feliz? Apenas vivendo e refletindo.

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