Conhecendo o MIS

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Então! Estou muito animada! Passei esse feriado em SP e foi uma grande oportunidade para conferir a expo dos X-MEN que está rolando no MIS (Museu de Imagem e Som). “- Sim! O mesmo que recebeu a expo do Tim Burton (Obs: Insuportavelmente cheia) e anteriormente a expo do Castelo Ra tim bum”.

Primeiramente, tenho que perguntar: Você conhece o MIS?

Caso negativo…

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo fica localizado no bairro Jardins, bairro dos ricaços. Foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes, além de promover exposições e mostras de cinema regularmente. O museu também proporciona espaços para novos artistas, que, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.

Image and video hosting by TinyPicEntão, dia 27/05, Aproveitei para conferir a exposição dos X-men, que está propagandeando a estreia do filme “X-men: Apocalipse”  – Que eu assisti logo após a expo e achei bastante bom – Após mil horas de fila, pude conhecer alguns itens que foram utilizados desde o primeiro filme que estreou no ano 2000 até o penúltimo filme de 2014.

Eu, particularmente, achei que alguns itens tem cara de brinquedo, Mas…. fiz uma seleção do que mais me impressionou.

As roupas expostas são fantasticas e dá vontade de experimentar! Da esquerda para direita podemos ver: Noturno, tempestade, Professor Xavier e Magneto. Ao vivo, a roupa da tempestade é muito real, já a do magneto parece um pijama mal feito.

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Ver os componentes do Fera (Hank McCoy) multilados, opa!, separados, é interessante, eu não imaginava que era assim que acontecia a produção.

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E a Mistica então?! Outro personagem que leva muito tempo para ficar pronta. Nas fotos podemos ver as escamas do rosto, ombro e peitos. Mas tenham em mente que ela fica TODA AZUL e basicamente nua… Haja tinta!

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O capacete do magneto, o cérebro e o capacete do soldado Trash do futuro também são itens chamativos – especialmente o cérebro – Vontade louca de experimentar (2) e tirar uma foto pro perfil!

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Por fim, fica aqui uma recomendação cultural: Vá se perder (ou se encontrar) pelo bairro maravilhoso dos Jardins e conheça esse cantinho. Aproveita para dar um pulinho no MuBE , um outro museu que fica literalmente ao lado. É programa para tarde toda!

Lembrando que a expo do Tim Burton já está na ultima semana e a dos X-Men fica até 07/07 e é gratuita.

Dica1: se puder, evite os finais de semana é realmente cheio.

Dica 2: Mas se você não for estar por SP durante o periodo da mostra dos xmen. Vale entrar no site do MIS e conferir a programação.

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Você quer um carro? Vamos falar sobre mobilidade urbana!

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No dia 5 de maio estive na Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências e, entre diversas palestras, uma que me chamou a atenção foi “Cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis” de Eduardo Costa (professor da UFSC e PUC-Rio). Isso e mais um pouco de reflexão pessoal e em grupo me inspirou a escrever aqui.

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Para esclarecer um pouco se alguém chegou perdido até esse texto, mobilidade urbana diz respeito a como a gente se move pelas nossas cidades (dã?) e quais os melhores meios de se fazer isso (nem sempre isso é óbvio). Em geral, o primeiro pensamento que nos vem a cabeça é o carro e como a gente sonha que todos os nossos problemas seriam resolvidos se tivéssemos um a nossa disposição (de preferência com um motorista, né?). E muitas de nossas cidades foram construídas e adaptadas ao longo do tempo para que comportem cada vez mais tráfego de veículos, mas será que é isso mesmo que a gente precisa?

Aqui em Niterói, eu sempre valorizei muito o fato de poder andar pela rua. Parece simples, mas venho descobrindo que é algo quase raro. Poucas coisas aqui eu preciso do carro. Na palestra ele cita o exemplo de Paris, e diz que todo mundo que visita a cidade fica com a mesma impressão:

“- O meu hotel era ótimo, ficava próximo à ótimos museus e tinha uma padaria incrível na frente e uma confeitaria maravilhosa a cinco passos de distância…
– Poxa, então você deve ter ficado no mesmo hotel que eu…”

A explicação é que a cidade foi planejada para que tudo que você precise esteja a poucos metros de distância e, praticamente toda sua vida pode ser resolvida no seu próprio arrondissement. A minha vontade na hora foi de levantar e avisá-lo que ele não precisava ter ido tão longe, não conheço Paris mas acho que acabou de descrever Niterói.

Niterói não foi tão planejada como Paris e quem é apaixonado pelo Rio de Janeiro acha minha cidade meio provincial, mas a qualidade de vida aqui é indiscutível.

Por que então estamos em qualquer lugar ávidos por esse modelo de cidade “desenvolvida”, o sonho americano dos subúrbios de filmes?

Alguns fatos que ele menciona durante a palestra:

  • Durante horários de rush, a velocidade média da linha vermelha é em torno de 12km/h. A mesma velocidade da charrete.
  • Só no município de São Paulo 800 carros são licenciados por dia.
  • O custo de manter um carro parado na garagem é em torno de 1500 a 2000 reais por mês.

Então, faço coro à reflexão apresentada por ele: Que grande desenvolvimento é esse, se a gente anda na velocidade da charrete?

Pra enriquecer a reflexão:
Vídeo 1
Neste, o foco é a qualidade de vida que cai em função do uso excessivo de carros. Ela também discute o fato de as cidades serem construídas nesse molde de centro vs. subúrbio e os pesos que esse modelo coloca sobre os ombros da população – em especial, a população pobre.
Vídeo 2
Interessante para avaliar a questão através dos números. Considerando a quantidade de carros que têm em São Paulo e o total de ruas para eles deveriam haver 411 caros por km, mas considerando um tamanho médio de carros populares estes 411 ocupariam 1,5km de ruas. Não fecha né?
Vídeo 3
Sobre a mobilidade urbana se tornar imobilidade urbana. Inclui uma famosa citação, que vale a reflexão: “Cidade desenvolvida não é onde os pobres podem ter um carro, mas sim onde até os ricos usam o transporte público”. Toca no sensível ponto das faixas prioritárias de ônibus.

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Sobre a vida adulta

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Aviso aos navegantes: Aí vem desabafo!

Estou em meio um bloqueio criativo. Está tenso. Sendo muito honesta, acho que passei a primeira metade do ano de 2016 vivendo uma linha tênue entre ansiedade e frustração.
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Sempre me vi como uma pessoa planejadora e positiva. E nesse momento, eu estou sentindo falta de ser assim. Mas a vida tem me mostrado de forma um pouco amarga que “as vezes as coisas não sairão conforme o planejado” e “as vezes, as coisas vão acontecer juntas mesmo. Uma suruba louca de emoções.”

 

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Então, sabendo que a vida adulta é um oceano, onde: não ter respostas é normal, ter coragem é primordial, a capacidade de se reinventar é indispensável. Vou me esforçar para ter força para encontar novos caminhos, traçar novas metas e retraça-las, se for necessário.

Por fim, seja em qualquer esfera da vida: amor, trabalho, familia, amigos. Diversos são e serão os desafios. E lembre-se: Não existe caminho pronto. O que hoje é certo, amanhã pode não ser.

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Aproveito o ensejo para finalizar com um agradecimento: Sempre escolhemos ser pedras ou flores no caminho dos outros. Obrigada as flores do meu dia-a-dia.

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Como acabar com um relacionamento

Estava eu outro dia na barca, entre dois homens e os dois digitavam ansiosamente no celular com suas respectivas tendo DRs. Curiosa, eu ficava “discretamente” lendo a quantidade de drama nas mensagens… Lógico que eu não sei exatamente o motivo das brigas… Mas isso motivou o post de hoje.

Então, quem ai já viu o filme como perder um homem em 10 dias?! Se não viu, deveria. É uma comédia bem água com açúcar. Sem querer dar spoiler, mas já dando um pouquinho, Seria possivel uma pessoa carente, pegajosa, dominadora, insegura, consegue manter um relacionamento saudável? Bem… Eu particularmente acho que não. Obs importante: Qualquer comportamento descrito aqui é independente de gênero.

Então vamos lá:

Seja extremamente ciumento(a): Não permita que ele(a) mantenha contato com pessoas supostamente atraentes. Afinal, ele pode acabar encontrando alguém melhor do que você comprando um pão.

http://www.officeplankton.com.ua/wp-content/uploads/2014/03/kak-reagiruyt-genshini-na-podarki-8-marta-3.gif

 

 

 

 

 

 

 

 

Cobre demonstração de carinho: Estilo filme romantico… Vale tudo! Mensagens/ ligações/ Curtidas/ Qualquer outro breguete desse que as mídias sociais inventaram. Principalmente com plateia. Afinal?! Quem ama demonstra! Mesmo que seja forçado.

Diversão?!:  Só está aprovada se for com você

Reprodução

Se arrumar para sair?! Para que?!: Você já não está num relacionamento. Para quem você está querendo ficar bonito?

Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

DRs: Quebrou um copo? Passou mais tempo que o “necessário” na rua? Saiu com os amigos e não te avisou antes? Não atendeu o celular na hora q você ligou? Sempre é hora de discutir o relacionamento! Alias é essencial em uma DR levar aquela lista de todas as coisas erradas que a pessoa já fez desde o nascimento;

Brincadeiras a parte, é essencial para qualquer relacionamento que cada individuo se ame e respeite a individualidade do seu parceiro(a). Lembre-se: “O relacionamento mais essencial é de você consigo mesmo”. Antes de gostar de alguém, aprenda a gostar de quem você é. Não para conquistar o outro. Autoconhecimento é um exercício diário e super importante. Conhecer suas qualidades e defeitos e lidar com isso é o primeiro passo.

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De coração, após ler esse post dedique 5 min, pare e pense “o que te torna especial”. Procure desenvolver autoconfiança todos os dias e todos os momentos. E tenha certeza de que nenhum parceiro(a) é a ultima bolacha do pacote.

E importante: Isso aqui não é uma autoajuda! mais para frente faremos um post sobre a importancia da terapia.

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Como fingir ser inteligente

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Ultimamente reparei que as pessoas gostam mais de gastar seu tempo fingindo que são do que realmente se esforçando para ser.
Ser qualquer coisa.
Toda essa situação política brasileira atual, tão dividida e cheia de intolerâncias, é alimentada por pessoas que não querem que o povo pense. Por isso resolvi escrever esse texto; assim, quem sabe, de tanto fingir ser inteligente alguns não param realmente pra pensar.

Na vida real

  • Ao conversar com alguém, nunca grite. Gritar é o atestado da falta de argumento, e pra fingir ser inteligente você tem que fingir ter argumentos, né?
  • Nas suas conversas também, preste atenção no que seu interlocutor está falando. Vale até fazer pose de pensativo. Quando você para pra ouvir, você até corre o risco de aprender coisa ou outra.
  • Ande sempre com um livro por perto e, em qualquer oportunidade, tire ele da bolsa. Pode ser um romance, crônicas e até auto-ajuda – o importante é ser visto lendo. Aliás, enquanto você está olhando praquelas folhas cheias de letras aproveita pra ler de fato algumas páginas, afinal pode demorar um pouco até que alguém repare que você está ali (ainda mais com um livro).

Na internet

  • Quer compartilhar um link no facebook? Garanta que ele seja de uma boa fonte, assim as pessoas vão pensar que você se mantém atualizado pelos meios cultos – e não pelas manchetes que passam voadas pelo seu feed.
  • Aliás, por que não lê-lo de fato? Assim você ainda ganha mais pontos fakes de inteligência por fazer um comentário junto com o link compartilhado.
  • Está escrevendo? Use, no mínimo, o corretor de ortografia do word. Se quiser dar um passo além, use um dicionário online para buscar alguns sinônimos – você também corre o risco de aprender palavras novas.

Só não vale fazer como o Joey.

Alguém tem mais alguma dica? Deixe nos comentários 😉

*obs: caso não fique claro, esse é um tutorial fake e irônico (mas com um pequeno fundo de verdade).

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Sobre o tempo

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Sexta 08/04/16, esperava a barca ansiosamente. Eu fitava o mar e pensava: “Cadê a barca?!”. Olhava a hora e os minutos se arrastavam. Então me dei conta, segunda eu sentiria falta dessa vontade, desse momento que precedia um grande acontecimento. Sendo assim, me coloquei para refletir a dimensão do tempo.

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Saquarema_João Carneiro

Senti saudade de um dia aleatório em 2013, quando eu morava em Buenos Aires. Talvez fosse Junho ou Julho. Estava frio. Eu andava rápido pelas ruas de Palermo Soho, indo visitar uma amiga. Estava atrasada, e me atingiu repentinamente aquela sensação de saudade antecipada, analisei as arvores repletas de folhas secas e pensei: “Está passando rápido e vai fazer falta”.

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Cordoba_Quebrada del Condorito_Yasmin Pinheiro

Então, voltei mais ainda e me descobrindo uma analista temporal. Me impressionei. A primeira lembrança de parar no tempo foi por volta dos 9-10 anos. Estava no carro do meu pai e vinha visitar minha avó em Niterói. Lembro de estar no meio de uma briga, sono vs ansiedade. Então, deitada no banco do carro suspirei e pensei: “Estranho… Já estou sentindo saudade da minha avó. Será que o tempo escorrega?”.

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Cataguases_Não sei

O coração se apertou no meio das memórias. Quantas coisas magnificas a vida nos traz, quantas coisas nos fazem sofrer e depois perdem a importância.

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Cataguases_João Carneiro

Conclui minha divagação com a dúvida: Será que algum dia eu sai daquele carro?! Por fim a espera sessou, contente vivi o meu fim de semana e na segunda senti saudade.

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Obs1: Aproveitei o clima de divagação para rever as fotos do face e foi muito gostoso o resultado. Recomendo!
Obs2: Aproveitei para dar os devidos créditos para meus amigos fotógrafos. Sem eles seria mais difícil relembrar. Obrigada!

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TED Talks Favoritos

Todo mundo conhece os TED Talks né? Se não, aqui vai um resuminho: TED é atualmente uma organização sem fins lucrativos que promove essas palestras curtas, a intenção é espalhar ideias em 18 minutos ou menos. Inicialmente os temas eram tecnologia, entretenimento e design (daí, TED) e como esses temas convergiam entre si, mas se espalhou pra atualmente falar sobre quase tudo.

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Os vídeos saem no Youtube todos os dias, e de vez em quando eu pego os de títulos mais interessantes pra assistir e alguns me marcam bastante. Foi o que aconteceu com um vídeo essa semana (passada), então resolvi compartilhar alguns dos meus talks preferidos.

Ele é divertidíssimo, me identifiquei muito e (SPOILER) tem um fim meio dramático. Se identificar com o vídeo não é difícil, todo mundo procrastina em algum nível na vida. Meu macaquinho da procrastinação é A-PAI-XO-NA-DO pelo Netflix – eu e ele vamos tentar um programa de reabilitação pra resolver isso. Um dia a gente começa, prometo.

Aliás, esse é o cara desse texto, que foi traduzido aqui, e que é o tipo de leitura introdutória para o tema “geração Y” de quase todo mundo com quem eu já conversei sobre o assunto.

Esse segundo vídeo me marcou especialmente por uma frase: “O privilégio é invisível pra quem o tem”. Eu não sou muito de entrar em discussões “quentes” envolvendo mais do que três pessoas, mas quando eu vejo discussões nonsense por aí esse é o vídeo que eu gostaria que todos vissem. Então ta aí.

Eu queria ter visto esse vídeo mais nova, pra ter sempre uma resposta pronta pra quem fala (com cara de pena): “Você é tão quetinha…”. Agora eu já aprendi a lidar com isso, e talvez minhas escolhas pela e na carreira acadêmica reflitam essa minha característica. Mas fica aí, como um capítulo de “Manual do mundo e das pessoas”, principalmente para aqueles que acham que ser calado é um defeito.

Outros vídeos que valem destaque:
Esse vídeo foi um dos primeiros TED talks a ser publicado online (acho) e que contribuiu muito pra viralizar o evento.

– Esse aqui tem a Shonda Rhimes sendo frenéticamente workaholic (sou fã assumida das séries dela)

– O que deveria ser senso comum, na forma de um tutorial – ou outro capítulo do “Manual do mundo e das pessoas”.

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Trilha do Morro Dois Irmãos

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Então decidimos fazer uma trilha. A história é essa: Clari não é fã de matos em geral e Sarah é aventureira porém preguiçosa, mas uma amiga nos convidou para comemorar seu aniversário fazendo a trilha do morro dois irmãos. Como a trilha é considerada leve a moderada decidimos aproveitar a oportunidade e encarar o desafio. E valeu a pena!

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Tudo começou com uma leve viagem de Niterói para o Rio de carro. Estacionamos no Leblon e caminhamos pela Av. Niemeyer até a base do Vidigal – aproveitamos para estrear a ciclovia. Lá pegamos uma kombi e cortamos caminho para o inicio da trilha. Alias, gostaríamos de comentar que pelo menos no trecho que passamos o Vidigal é muito tranquilo e a trilha é super movimentada, tem gente subindo todo o tempo, e a comunidade como um todo tem se voltado muito ao turismo recentemente.

O começo:

A trilha se inicia marcada por muitas “plantas plantadas” (claramente cultivadas por pessoas e não originais). Mas como pudemos verificar ali e em todo o percurso é impossível se perder e percebe-se que há manutenção da trilha. Existem muitos guias locais para subir a trilha, mas optamos por subir sozinhas mesmo.

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A parada:

A trilha não tem uma dificuldade alta, achamos que se equivale ao esforço de subir muitas escadas. Mas o calor pega e o cansaço também, por isso a parada. Sim! Tem vendedor ambulante ao final do primeiro trecho da trilha com banquinhos para descansar e água para comprar – Porém não deixe de levar uma garrafinha e uma frutinha.

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Durante:

A trilha é composta de vários mirantes – infelizmente todos ficam cheios de gente (não tenho certeza se pelas fotos ou pelo descanso na subida) e é difícil conseguir espaço para tirar uma foto sem levar um pé ou uma mão.
Acabamos optando por seguir e parar nesses locais na volta – Na verdade paramos mil vezes para descansar.

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Cume:

É deslumbrante! Dá vontade de tirar mil fotos – o único amigo homem que acompanhou nosso grupo de 7 mulheres já estava entediado de tanta foto que tiramos.

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E, sério, faz esquecer todo o esforço da subida – é incrível e indescritível.

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Descida:
Escorrega… Havia chovido uns dois dias antes na cidade, mas a gente não sabe se lá exatamente. De qualquer forma, não achamos que seria recomendável fazer a trilha logo após uma chuva.

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Por fim, conselho: independente da sua forma física, idade e hábitos, se você é turista ou local – é um passeio deslumbrante, empolgante e imperdível.

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Adulta, EU??!

Estamos nessa etapa confusa da vida onde percebemos que várias pessoas se chocam com a diferença do que “é ser adulto” e do que “deveria ser adulto”.

As expectativas são altas e a realidade não está acompanhando, a pressão só aumenta. Questões como: trabalho e dinheiro, moradia, novas responsabilidades, amor?!. Grandes escolhas decisivas estão em jogo.
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E ainda tem esse monte de analista, especialista (seja lá como se chamam) publicando diversos textos e encontrando mil explicações para o novo padrão dos jovens adultos no mundo, a famosa “geração Y”.

Então se você acha que está perdido e sozinho, junte-se a nós. Por que se estamos no fundo do poço… pelo menos vamos fazer uma festa.

Esse blog é em homenagem aos dilemas dos “jovens adultos” equilibristas no slackline da vida. Vamos nos desangustiar juntos! Trocar experiências, falar sobre coisas reais, sobre besteiras. E principalmente VIVER. Afinal, já deu para perceber que o tempo é um dos bens mais importantes.

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*Fontes / Leitura Suplementar:
Por que os jovens profissionais da geração Y estão infelizes?
O que diabos aconteceu com a geração Y?

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