2016 e a necessidade de saltar de paraquedas

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Lhes escrevo após viver um rush de adrenalina que foi a minha experiência desse domingo 17/07. Mas, como diria o Jack Estripador, vamos por partes.

O ano de 2016 está sendo meio bunda, muitas coisas, que não estão dentro do meu controle, mudaram e com isso toda a minha perspectiva de vida mudou. Minha psicóloga não cansa de tentar me convencer que é um ano de aprendizagem e a cada dia que passa estou mais madura. Honestamente, eu estou me sentindo um mar de emoções, travando uma luta constante entre o desanimo e positividade. Mas… como estou determinada a passar por isso, comecei a pensar em alternativas de tornar esse um ano memorável.

Eis que surge uma promoção no Groupon do salto de paraquedas, aquele e-mail ficou na minha cabeça por 2 dias inteiros. Perguntei pro meu namorado se ele saltaria e ele disse “sim”. Resolvi clicar novamente e, inacreditavelmente, estava ainda mais barato. Então pensei: “É agora!”. Marquei o salto para o dia 17/07 que era um dia simbólico para mim.

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Foram várias recomendações antes do salto, selecionei algumas mais importantes:

  • O salto de batismo precisa ser duplo, ou seja, você salta com um instrutor. Meu namorado achou essa condição muito desconfortável.
  • O limite de peso do aluno de salto duplo é de 90kg utilizando um equipamento padrão.
  • Não é necessário nenhum tipo de exame medico para o salto duplo.
  • Use roupas confortáveis e tênis.
  • Não se deve beber 48h antes do salto.
  • Você deve se alimentar bem antes do salto para não enjoar.
  • Você não consegue saltar junto de seu amigo, namorado ou qualquer coisa. Na verdade, você mal consegue vê-lo durante o processo.
  • Você não pode saltar com a sua câmera. Para isso é preciso ter executado 50 saltos.

Chegamos no local do salto as 8:30 e fizemos um rápido curso onde informam as 5 coisas que você precisa precisar fazer durante o salto:

  1. Coloque a cabeça para traz na hora do salto.
  2. Segure as alças do traje.
  3. Dobre as pernas para traz, isso estabiliza a queda.
  4. Quando o instrutor te tocar significa que você pode abrir os braços.
  5. Na aterrisagem tem que levantar as pernas para você terminar o voo sentadinho.

Enquanto aguardávamos eu estava tão nervosa que me tornei a maníaca do sorriso:
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Até o instrutor desistiu de mim… (risos)

Então imaginem um teco-teco barulhento que sobe muito, mas muito alto. É assim. Entulhado de gente. Eu fui escolhida para ser a ultima a saltar. Na hora, tive todas as vontades do mundo: vomitar, fazer coco, fazer xixi. Do nada você escuta: “PEN PEN PEN!”. Juro! Aquele barulho típico de quando deu pani no sistema. Mas, na verdade, é o anuncio que os saltos vão começar.

O paraquedista amarrado em você te direciona para a beirada do avião. Não dá muito tempo para pensar. Só tem espaço para o vento e a adrenalina. 200km/h e você mal consegue respirar – é sério – é necessário dar um grito para soltar o ar que está no pulmão, a impressão para mim foi a de renascer – sabe quando o neném nasce e ele precisa chorar para o pulmão funcionar? É isso! Só que no grito.
E o sorriso não saiu do rosto nem 1 minuto. Acho que piorei o dano cerebral que já tinha. Ao menos, espero ter produzido muitas endorfinas.
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Coisas que vale a pena mencionar: No momento da queda estava tudo muito instável, isso porque eu esqueci de levantar as perninhas; você não sente dor com o tranco do paraquedas abrindo; o instrutor solta um pouco o cinto após a abertura de paraquedas e isso dá um susto; a aterrisagem é tranquila, de bumbum, mas você tem que cooperar.

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Eu queria ter postado o vídeo aqui no blog, mas está muito pesado. Vou ver que mágica faço e posto depois.
Gostaria de agradecer ao meu namorado por ter participado dessa empreitada comigo e ter sido o melhor companheiro de aventura, eu não teria coragem de ir sozinha.
Achei tudo uma delicia, mas realmente é para os fortes. Se você tem vontade, saiba que vale muito a pena!

Ficou com alguma dúvida? Comente que eu respondo!

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Em que ano estamos?

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Que a moda se recicla, todo mundo já sabe. Não foi surpresa quando os anos 90 começaram a invadir 2016 nesse quesito, com a reafirmação dos croppeds, as gargantilhas, as cores dos batons etc. Mas daí, outros elementos da cultura da nossa infância começaram a voltar e nós queremos revogar nossos papéis de adultos! (não que estejamos fazendo tanto uso desse título anyway)

Primeiro saiu o trailer do filme live-action A Bela e a Fera, da Disney! Pra derreter de vez o nosso coração, o fizeram igualzinho ao trailer do longa de animação de 1991 (aquele fez a gente desejar mais que tudo uma biblioteca infinita). O vídeo da comparação a gente tinha compartilhado na nossa page do Facebook há cerca de um mês atrás, e coloco aqui o trailer inteiro porque é lindo.

Agora em julho, o hit Wannabe das Spice Girls comemorou 20 anos de lançamento e foi usado em uma campanha da Global Goals para perguntas às meninas e mulheres do mundo todo “What do you really really want?”. Um dos objetivos é através da hashtag do projeto coletar imagens de nós dizendo o que nós queremos, como educação de qualidade, igualdade de salários, e tudo mais que precisamos ainda lutar tanto para conseguir.

Pra completar, a Geri, Emma e a Mel B anunciaram que vão voltar em um novo grupo chamado GEM (estou até curiosa pra ver no que vai dar, mas elas nunca conseguiram emplacar sem o grupo completo né?).

Nos anos 90 a clonagem era hot topic no que dizia respeito a ciência. Em 1998 foi proibida a clonagem humana (em debate desde os anos 70), como forma de nos prevenir contra uma técnica promissora mas potencialmente perigosa eticamente. Esse ano temos o CRISPR emplacando as discussões sobre ética no uso e manipulação de genomas, e com todas as promessas que ele traz. Pra explicar rapidinho, a técnica (criada por duas mulheres cientistas, vale notar) permite cortar o DNA em locais muito bem definidos e, com a ajuda de mecanismos naturais da célula, reparar esse corte inserindo pedaços de DNA corretos (potencialmente, podendo curar uma doença genética por exemplo). Uma das criadoras da técnica explica bem melhor que isso nesse vídeo aqui: (e se me deixar, vou ficar horas aqui falando sobre ciência ;))

Outra notícia que nos faz sentir nos anos 90 é a chegada do Pokémon Go! É aquela coisa, se me perguntassem a uns 20 anos atrás o que eu queria ser quando crescesse, a resposta não era difícil: treinadora pokémon (óbvio, quem não?!). Se alguém ainda não viu do que se trata é um jogo de smartphone em que você pode capturar pokémons na vida real, nos lugares que você anda e tal. Ainda não saiu a versão oficial brasileira, mas eu já botei minhas mãos em uma versão pirateada por alguém e tem tantos bugs que só aumentou mais a minha expectativa! Mal posso esperar pela chegada da versão oficial 😀

A última coisa que eu estou me lembrando de colocar aqui agora é o novo álbum do Blink 182 (recomendo muito she’s out of her mind e no future!).

Pra mim, eles foram mais marcantes nos anos 2000 mas a verdade é que o sucesso do veio mesmo em 1999 – com um dos hits sendo muito apropriado para fechar esse post.

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Resenha: Caixa de Pássaros

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Filme de terror é uma coisa que sempre evitei, mas até assisto desde que seja uma atividade em grupo. Livros de terror, consequentemente, nunca me atraíram muito a atenção. Há alguns anos li A Estrada da Noite desavisada, achei incrível mas não era uma época pessoal de leitora ávida e o gênero acabou ficando esquecido.
Um dia por acaso, vi uma resenha breve da Caixa de Pássaros no instagram e logo em seguida topei com ele em destaque na livraria. Pensei na hora: “É tempo de dar a chance para livros de terror/suspense”. Não me arrependi.

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A história é a seguinte: o mundo é tomado por uma onda de violência e suicídios inexplicáveis, a única coisa que parece comum entre os casos relatados pela mídia é que as pessoas parecem ter visto alguma coisa imediatamente antes de enlouquecerem. Assim, a população começa a se isolar em suas casas, sem nenhum contato visual com o mundo exterior e com muito medo de algo desconhecido.

Pode continuar lendo que não tem spoiler! O livro tem seus capítulos revezando entre passado e presente da vida de Malorie, que cria dois filhos em meio a esse cenário. Não houve um momento em que eu não estava tensa com a leitura. A história traz ainda, não muito subliminarmente, a incrível força que vem com a maternidade, independente das circunstâncias em que ela ocorre (e eu acho isso uma mensagem muito sensível e bonita).
Eu classificaria mais como suspense do que como terror, apesar de que o terror teve suas aparições muito bem representadas por alguns capítulos. Cada vez que eu fazia um intervalo na leitura eu olhava pro mundo de um jeito diferente, meio tenso, como se algo de muito ruim pudesse acontecer a qualquer momento. E considerando a situação política do nosso país, não posso dizer que não tenho fundamento.

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O último 1/3 do livro foi de uma vez só, não conseguia parar até saber o que iria acontecer em seguida e essa sensação é muito boa. Algumas pessoas podem argumentar que ler deveria ser algo a te trazer prazer e relaxamento, em detrimento da tensão trazida pelos livros de suspense e terror. Pra mim, ler é (também) uma fuga da realidade e lidar com os terrores fictícios é infinitamente mais fácil do que lidar com a vida real. Inclusive, porque eles têm um fim.

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Demissão é como terminar um namoro

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Eita! Papo sério esse título, né?! Outro dia, eu li no face de um amigo “estou livre – sai para não voltar”. Estranho que alguém no meio de uma crise esteja contente em ser dispensado ou que queira sair.

Isso deixou de ser tão estranho quando o mesmo sentimento bateu em mim. E eu pedi demissão. Toda essa nova perspectiva de vida me levou a pensar nessa comparação “bizarra?!”

Mas vamos por partes…

1)Tudo começa no flerte:

Você procura nos sites de emprego, ativa seu network, se inscreve, faz entrevistas. Tenta parecer a pessoa mais incrível do mundo, a experiência vai desde frustrante até prazerosa. Quem nunca viveu o desconcertante primeiro encontro?!

Se você parar para pensar. Além do ato de “caçar”, existem os diferentes graus de interesse:

1) O emprego dos sonhos – idealizado – “ A grande paixão da sua vida”– Aquele que você mataria para ter.

2) Não é o emprego dos sonhos, mas paga as contas.

3) O empreguinho sacana  “Muito esforço para pouco resultado”.

4) O porto seguro – Concurso Publico – “o casamento perfeito?!”

5) O freela “comprometimento é para os facos!”

Dentre outros…

2)“É namoro ou amizade?!”

Primeiramente… pode ser que esse trabalho esteja mais para uma “ficada” – no caso de um freela, ou um emprego temporário – pode ser até que você queira namoro duradouro. Ou talvez… você seja aquela pessoa livre… Meu espaço, meu tempo e minhas regras! Mas acho que uma parte considerável dos seres humanos quer muito encontrar “segurança” e torce muito para que as coisas caminhem para frente.

Então você consegue! Está namorando! Opa! Empregado!… Ah! Grande é a alegria que vem do respeito de uma pessoa comprometida. Eventualmente, começam os “poréns”… Seu salário é por fora da carteira? Você não tem vale? Plano de saúde? As condições do trabalho são tão desfavoraveis que você quase que paga para trabalhar? Seu chefe é um carrasco?

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3)Crises… DR’s… TERMINO?!

O tipo de emprego (assim como o namorado) tem muito a ver com a sua personalidade. Que tipo de vida você quer levar? Muitas viagens, reuniões, ligações e e-mails – Grandes responsabilidades? Desejo intenso de criar? Trabalhar apenas para se sustentar e ter uma vida tranquila em família? Estabilidade profissional? Gosta de trabalhar com pessoas?

Uma coisa que sempre aprendo e se aplica pros 2 lados – Trabalho e namoro nunca serão os ideais – o ideal pertence  ao mundo das ideias. Então, eu procuro lidar com as coisas com realidade e franqueza. Você está numa situação desfavorável? Porque? Sou eu? É ele? O que posso fazer? Após concluir, não se acomode. Tome uma atitude. O que me leva a situação atual e motivo desse texto.

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Participando de um desafio fotográfico #desafioprimeira

 Desafio Fotográfico

Mês passado resolvi participar do desafio da Luh Testoni no instagram e, agora, vim contar o que achei. Assim que funciona: todo mês ela elabora e divulga uma lista com um tema por dia daquele mês, e todos os dias a gente vê o tema e posta uma foto, usando a #desafioprimeira.

desafioprimeira maio
Aliás, ela também tem um canal no Youtube onde posta alguns vídeos com conceitos de fotografia para iniciantes, algumas dicas simples e tal. Se você, como eu, está querendo mergulhar nesse mundo de fotografias vale a pena ir lá dar uma olhada.

A ideia, até onde eu entendo, é exercitar a criatividade. Usar esses temas pré-definidos para pensar em uma fotografia e fazê-la da melhor forma possível. Outros motivos para eu querer participar eram me exercitar no modo manual da câmera, nas edições, e também fugir um pouquinho da sobrecarga de selfies (iguais) que era o meu insta.

Até que consegui participar de muitos dias, sem desistir mesmo pulando um ou outro. Ainda não foi o suficiente para eu me familiarizar completamente com o modo manual, mas já melhorei um pouco. Participar da hashtag também foi ótimo, encontrei diversos perfis com fotos lindas que passei a seguir. A interação parece ser bem levada a sério pelas pessoas que participam do desafio, e isso é divertidíssimo.

Nem todas as fotos foram tiradas especialmente para o desafio, como essa. Mas achei que se encaixava bem.


Também não fiquei completamente feliz com o resultado de algumas, como essa, mas por ser bem do inicio do mês achei que deveria postar para não desanimar.

Mas algumas eu gostei bastante, mesmo sendo de celular e editada só no VSCO.


Fiquei feliz de conseguir tirar algumas exatamente como eu queria, sem precisar de grandes edições.


Por outro lado, algumas eu fiquei feliz com a edição (sem apps, no computador mesmo!). O que pra mim é um grande passo 🙂

Esse mês não vou participar, algumas coisas me desanimaram. Ao acompanhar todos os dias do desafio na #desafioprimeira, comecei a ser capaz de prever quais as fotos que as pessoas iriam tirar, e perceber que são sempre as mesmas pessoas que eu curto as fotos (e se eu já as sigo, não tem muita novidade). Assim, o estímulo para a criatividade se perde um pouco.
Outra coisa que aconteceu, é que as vezes eu tirava fotos que realmente gostava e não postava para não “atrapalhar” o desafio. Não gosto de postar muitas fotos no mesmo dia, até porque não curto muito quando as pessoas que aparecem no meu feed fazem isso, e também me sentia meio que “roubando” a brincadeira ao tentar encaixar um tema na minha foto, ao invés do contrário.

Concluindo, foi divertido mas não o suficiente para me prender por tanto tempo. Foi um bom estímulo para eu começar a me dedicar mais a esse hobbie, e é provável que eu participe outros meses. Por outro lado, não gosto de me sentir limitada (o que também é um motivo para eu não querer seguir temas muito estritos no meu feed).

Se já participou do desafio deixe seu comentário aí embaixo! Se não participou ainda, comenta também 🙂
Para não perder um post, segue a gente no facebook e no Bloglovin.

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Conhecendo o MIS

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Então! Estou muito animada! Passei esse feriado em SP e foi uma grande oportunidade para conferir a expo dos X-MEN que está rolando no MIS (Museu de Imagem e Som). “- Sim! O mesmo que recebeu a expo do Tim Burton (Obs: Insuportavelmente cheia) e anteriormente a expo do Castelo Ra tim bum”.

Primeiramente, tenho que perguntar: Você conhece o MIS?

Caso negativo…

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo fica localizado no bairro Jardins, bairro dos ricaços. Foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes, além de promover exposições e mostras de cinema regularmente. O museu também proporciona espaços para novos artistas, que, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.

Image and video hosting by TinyPicEntão, dia 27/05, Aproveitei para conferir a exposição dos X-men, que está propagandeando a estreia do filme “X-men: Apocalipse”  – Que eu assisti logo após a expo e achei bastante bom – Após mil horas de fila, pude conhecer alguns itens que foram utilizados desde o primeiro filme que estreou no ano 2000 até o penúltimo filme de 2014.

Eu, particularmente, achei que alguns itens tem cara de brinquedo, Mas…. fiz uma seleção do que mais me impressionou.

As roupas expostas são fantasticas e dá vontade de experimentar! Da esquerda para direita podemos ver: Noturno, tempestade, Professor Xavier e Magneto. Ao vivo, a roupa da tempestade é muito real, já a do magneto parece um pijama mal feito.

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Ver os componentes do Fera (Hank McCoy) multilados, opa!, separados, é interessante, eu não imaginava que era assim que acontecia a produção.

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E a Mistica então?! Outro personagem que leva muito tempo para ficar pronta. Nas fotos podemos ver as escamas do rosto, ombro e peitos. Mas tenham em mente que ela fica TODA AZUL e basicamente nua… Haja tinta!

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O capacete do magneto, o cérebro e o capacete do soldado Trash do futuro também são itens chamativos – especialmente o cérebro – Vontade louca de experimentar (2) e tirar uma foto pro perfil!

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Por fim, fica aqui uma recomendação cultural: Vá se perder (ou se encontrar) pelo bairro maravilhoso dos Jardins e conheça esse cantinho. Aproveita para dar um pulinho no MuBE , um outro museu que fica literalmente ao lado. É programa para tarde toda!

Lembrando que a expo do Tim Burton já está na ultima semana e a dos X-Men fica até 07/07 e é gratuita.

Dica1: se puder, evite os finais de semana é realmente cheio.

Dica 2: Mas se você não for estar por SP durante o periodo da mostra dos xmen. Vale entrar no site do MIS e conferir a programação.

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Você quer um carro? Vamos falar sobre mobilidade urbana!

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No dia 5 de maio estive na Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências e, entre diversas palestras, uma que me chamou a atenção foi “Cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis” de Eduardo Costa (professor da UFSC e PUC-Rio). Isso e mais um pouco de reflexão pessoal e em grupo me inspirou a escrever aqui.

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Para esclarecer um pouco se alguém chegou perdido até esse texto, mobilidade urbana diz respeito a como a gente se move pelas nossas cidades (dã?) e quais os melhores meios de se fazer isso (nem sempre isso é óbvio). Em geral, o primeiro pensamento que nos vem a cabeça é o carro e como a gente sonha que todos os nossos problemas seriam resolvidos se tivéssemos um a nossa disposição (de preferência com um motorista, né?). E muitas de nossas cidades foram construídas e adaptadas ao longo do tempo para que comportem cada vez mais tráfego de veículos, mas será que é isso mesmo que a gente precisa?

Aqui em Niterói, eu sempre valorizei muito o fato de poder andar pela rua. Parece simples, mas venho descobrindo que é algo quase raro. Poucas coisas aqui eu preciso do carro. Na palestra ele cita o exemplo de Paris, e diz que todo mundo que visita a cidade fica com a mesma impressão:

“- O meu hotel era ótimo, ficava próximo à ótimos museus e tinha uma padaria incrível na frente e uma confeitaria maravilhosa a cinco passos de distância…
– Poxa, então você deve ter ficado no mesmo hotel que eu…”

A explicação é que a cidade foi planejada para que tudo que você precise esteja a poucos metros de distância e, praticamente toda sua vida pode ser resolvida no seu próprio arrondissement. A minha vontade na hora foi de levantar e avisá-lo que ele não precisava ter ido tão longe, não conheço Paris mas acho que acabou de descrever Niterói.

Niterói não foi tão planejada como Paris e quem é apaixonado pelo Rio de Janeiro acha minha cidade meio provincial, mas a qualidade de vida aqui é indiscutível.

Por que então estamos em qualquer lugar ávidos por esse modelo de cidade “desenvolvida”, o sonho americano dos subúrbios de filmes?

Alguns fatos que ele menciona durante a palestra:

  • Durante horários de rush, a velocidade média da linha vermelha é em torno de 12km/h. A mesma velocidade da charrete.
  • Só no município de São Paulo 800 carros são licenciados por dia.
  • O custo de manter um carro parado na garagem é em torno de 1500 a 2000 reais por mês.

Então, faço coro à reflexão apresentada por ele: Que grande desenvolvimento é esse, se a gente anda na velocidade da charrete?

Pra enriquecer a reflexão:
Vídeo 1
Neste, o foco é a qualidade de vida que cai em função do uso excessivo de carros. Ela também discute o fato de as cidades serem construídas nesse molde de centro vs. subúrbio e os pesos que esse modelo coloca sobre os ombros da população – em especial, a população pobre.
Vídeo 2
Interessante para avaliar a questão através dos números. Considerando a quantidade de carros que têm em São Paulo e o total de ruas para eles deveriam haver 411 caros por km, mas considerando um tamanho médio de carros populares estes 411 ocupariam 1,5km de ruas. Não fecha né?
Vídeo 3
Sobre a mobilidade urbana se tornar imobilidade urbana. Inclui uma famosa citação, que vale a reflexão: “Cidade desenvolvida não é onde os pobres podem ter um carro, mas sim onde até os ricos usam o transporte público”. Toca no sensível ponto das faixas prioritárias de ônibus.

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Sobre a vida adulta

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Aviso aos navegantes: Aí vem desabafo!

Estou em meio um bloqueio criativo. Está tenso. Sendo muito honesta, acho que passei a primeira metade do ano de 2016 vivendo uma linha tênue entre ansiedade e frustração.
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Sempre me vi como uma pessoa planejadora e positiva. E nesse momento, eu estou sentindo falta de ser assim. Mas a vida tem me mostrado de forma um pouco amarga que “as vezes as coisas não sairão conforme o planejado” e “as vezes, as coisas vão acontecer juntas mesmo. Uma suruba louca de emoções.”

 

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Então, sabendo que a vida adulta é um oceano, onde: não ter respostas é normal, ter coragem é primordial, a capacidade de se reinventar é indispensável. Vou me esforçar para ter força para encontar novos caminhos, traçar novas metas e retraça-las, se for necessário.

Por fim, seja em qualquer esfera da vida: amor, trabalho, familia, amigos. Diversos são e serão os desafios. E lembre-se: Não existe caminho pronto. O que hoje é certo, amanhã pode não ser.

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Aproveito o ensejo para finalizar com um agradecimento: Sempre escolhemos ser pedras ou flores no caminho dos outros. Obrigada as flores do meu dia-a-dia.

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Como acabar com um relacionamento

Estava eu outro dia na barca, entre dois homens e os dois digitavam ansiosamente no celular com suas respectivas tendo DRs. Curiosa, eu ficava “discretamente” lendo a quantidade de drama nas mensagens… Lógico que eu não sei exatamente o motivo das brigas… Mas isso motivou o post de hoje.

Então, quem ai já viu o filme como perder um homem em 10 dias?! Se não viu, deveria. É uma comédia bem água com açúcar. Sem querer dar spoiler, mas já dando um pouquinho, Seria possivel uma pessoa carente, pegajosa, dominadora, insegura, consegue manter um relacionamento saudável? Bem… Eu particularmente acho que não. Obs importante: Qualquer comportamento descrito aqui é independente de gênero.

Então vamos lá:

Seja extremamente ciumento(a): Não permita que ele(a) mantenha contato com pessoas supostamente atraentes. Afinal, ele pode acabar encontrando alguém melhor do que você comprando um pão.

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Cobre demonstração de carinho: Estilo filme romantico… Vale tudo! Mensagens/ ligações/ Curtidas/ Qualquer outro breguete desse que as mídias sociais inventaram. Principalmente com plateia. Afinal?! Quem ama demonstra! Mesmo que seja forçado.

Diversão?!:  Só está aprovada se for com você

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Se arrumar para sair?! Para que?!: Você já não está num relacionamento. Para quem você está querendo ficar bonito?

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DRs: Quebrou um copo? Passou mais tempo que o “necessário” na rua? Saiu com os amigos e não te avisou antes? Não atendeu o celular na hora q você ligou? Sempre é hora de discutir o relacionamento! Alias é essencial em uma DR levar aquela lista de todas as coisas erradas que a pessoa já fez desde o nascimento;

Brincadeiras a parte, é essencial para qualquer relacionamento que cada individuo se ame e respeite a individualidade do seu parceiro(a). Lembre-se: “O relacionamento mais essencial é de você consigo mesmo”. Antes de gostar de alguém, aprenda a gostar de quem você é. Não para conquistar o outro. Autoconhecimento é um exercício diário e super importante. Conhecer suas qualidades e defeitos e lidar com isso é o primeiro passo.

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De coração, após ler esse post dedique 5 min, pare e pense “o que te torna especial”. Procure desenvolver autoconfiança todos os dias e todos os momentos. E tenha certeza de que nenhum parceiro(a) é a ultima bolacha do pacote.

E importante: Isso aqui não é uma autoajuda! mais para frente faremos um post sobre a importancia da terapia.

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Como fingir ser inteligente

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Ultimamente reparei que as pessoas gostam mais de gastar seu tempo fingindo que são do que realmente se esforçando para ser.
Ser qualquer coisa.
Toda essa situação política brasileira atual, tão dividida e cheia de intolerâncias, é alimentada por pessoas que não querem que o povo pense. Por isso resolvi escrever esse texto; assim, quem sabe, de tanto fingir ser inteligente alguns não param realmente pra pensar.

Na vida real

  • Ao conversar com alguém, nunca grite. Gritar é o atestado da falta de argumento, e pra fingir ser inteligente você tem que fingir ter argumentos, né?
  • Nas suas conversas também, preste atenção no que seu interlocutor está falando. Vale até fazer pose de pensativo. Quando você para pra ouvir, você até corre o risco de aprender coisa ou outra.
  • Ande sempre com um livro por perto e, em qualquer oportunidade, tire ele da bolsa. Pode ser um romance, crônicas e até auto-ajuda – o importante é ser visto lendo. Aliás, enquanto você está olhando praquelas folhas cheias de letras aproveita pra ler de fato algumas páginas, afinal pode demorar um pouco até que alguém repare que você está ali (ainda mais com um livro).

Na internet

  • Quer compartilhar um link no facebook? Garanta que ele seja de uma boa fonte, assim as pessoas vão pensar que você se mantém atualizado pelos meios cultos – e não pelas manchetes que passam voadas pelo seu feed.
  • Aliás, por que não lê-lo de fato? Assim você ainda ganha mais pontos fakes de inteligência por fazer um comentário junto com o link compartilhado.
  • Está escrevendo? Use, no mínimo, o corretor de ortografia do word. Se quiser dar um passo além, use um dicionário online para buscar alguns sinônimos – você também corre o risco de aprender palavras novas.

Só não vale fazer como o Joey.

Alguém tem mais alguma dica? Deixe nos comentários 😉

*obs: caso não fique claro, esse é um tutorial fake e irônico (mas com um pequeno fundo de verdade).

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