Sobre o tempo

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Sexta 08/04/16, esperava a barca ansiosamente. Eu fitava o mar e pensava: “Cadê a barca?!”. Olhava a hora e os minutos se arrastavam. Então me dei conta, segunda eu sentiria falta dessa vontade, desse momento que precedia um grande acontecimento. Sendo assim, me coloquei para refletir a dimensão do tempo.

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Saquarema_João Carneiro

Senti saudade de um dia aleatório em 2013, quando eu morava em Buenos Aires. Talvez fosse Junho ou Julho. Estava frio. Eu andava rápido pelas ruas de Palermo Soho, indo visitar uma amiga. Estava atrasada, e me atingiu repentinamente aquela sensação de saudade antecipada, analisei as arvores repletas de folhas secas e pensei: “Está passando rápido e vai fazer falta”.

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Cordoba_Quebrada del Condorito_Yasmin Pinheiro

Então, voltei mais ainda e me descobrindo uma analista temporal. Me impressionei. A primeira lembrança de parar no tempo foi por volta dos 9-10 anos. Estava no carro do meu pai e vinha visitar minha avó em Niterói. Lembro de estar no meio de uma briga, sono vs ansiedade. Então, deitada no banco do carro suspirei e pensei: “Estranho… Já estou sentindo saudade da minha avó. Será que o tempo escorrega?”.

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Cataguases_Não sei

O coração se apertou no meio das memórias. Quantas coisas magnificas a vida nos traz, quantas coisas nos fazem sofrer e depois perdem a importância.

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Cataguases_João Carneiro

Conclui minha divagação com a dúvida: Será que algum dia eu sai daquele carro?! Por fim a espera sessou, contente vivi o meu fim de semana e na segunda senti saudade.

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Obs1: Aproveitei o clima de divagação para rever as fotos do face e foi muito gostoso o resultado. Recomendo!
Obs2: Aproveitei para dar os devidos créditos para meus amigos fotógrafos. Sem eles seria mais difícil relembrar. Obrigada!

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TED Talks Favoritos

Todo mundo conhece os TED Talks né? Se não, aqui vai um resuminho: TED é atualmente uma organização sem fins lucrativos que promove essas palestras curtas, a intenção é espalhar ideias em 18 minutos ou menos. Inicialmente os temas eram tecnologia, entretenimento e design (daí, TED) e como esses temas convergiam entre si, mas se espalhou pra atualmente falar sobre quase tudo.

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Os vídeos saem no Youtube todos os dias, e de vez em quando eu pego os de títulos mais interessantes pra assistir e alguns me marcam bastante. Foi o que aconteceu com um vídeo essa semana (passada), então resolvi compartilhar alguns dos meus talks preferidos.

Ele é divertidíssimo, me identifiquei muito e (SPOILER) tem um fim meio dramático. Se identificar com o vídeo não é difícil, todo mundo procrastina em algum nível na vida. Meu macaquinho da procrastinação é A-PAI-XO-NA-DO pelo Netflix – eu e ele vamos tentar um programa de reabilitação pra resolver isso. Um dia a gente começa, prometo.

Aliás, esse é o cara desse texto, que foi traduzido aqui, e que é o tipo de leitura introdutória para o tema “geração Y” de quase todo mundo com quem eu já conversei sobre o assunto.

Esse segundo vídeo me marcou especialmente por uma frase: “O privilégio é invisível pra quem o tem”. Eu não sou muito de entrar em discussões “quentes” envolvendo mais do que três pessoas, mas quando eu vejo discussões nonsense por aí esse é o vídeo que eu gostaria que todos vissem. Então ta aí.

Eu queria ter visto esse vídeo mais nova, pra ter sempre uma resposta pronta pra quem fala (com cara de pena): “Você é tão quetinha…”. Agora eu já aprendi a lidar com isso, e talvez minhas escolhas pela e na carreira acadêmica reflitam essa minha característica. Mas fica aí, como um capítulo de “Manual do mundo e das pessoas”, principalmente para aqueles que acham que ser calado é um defeito.

Outros vídeos que valem destaque:
Esse vídeo foi um dos primeiros TED talks a ser publicado online (acho) e que contribuiu muito pra viralizar o evento.

– Esse aqui tem a Shonda Rhimes sendo frenéticamente workaholic (sou fã assumida das séries dela)

– O que deveria ser senso comum, na forma de um tutorial – ou outro capítulo do “Manual do mundo e das pessoas”.

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Trilha do Morro Dois Irmãos

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Então decidimos fazer uma trilha. A história é essa: Clari não é fã de matos em geral e Sarah é aventureira porém preguiçosa, mas uma amiga nos convidou para comemorar seu aniversário fazendo a trilha do morro dois irmãos. Como a trilha é considerada leve a moderada decidimos aproveitar a oportunidade e encarar o desafio. E valeu a pena!

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Tudo começou com uma leve viagem de Niterói para o Rio de carro. Estacionamos no Leblon e caminhamos pela Av. Niemeyer até a base do Vidigal – aproveitamos para estrear a ciclovia. Lá pegamos uma kombi e cortamos caminho para o inicio da trilha. Alias, gostaríamos de comentar que pelo menos no trecho que passamos o Vidigal é muito tranquilo e a trilha é super movimentada, tem gente subindo todo o tempo, e a comunidade como um todo tem se voltado muito ao turismo recentemente.

O começo:

A trilha se inicia marcada por muitas “plantas plantadas” (claramente cultivadas por pessoas e não originais). Mas como pudemos verificar ali e em todo o percurso é impossível se perder e percebe-se que há manutenção da trilha. Existem muitos guias locais para subir a trilha, mas optamos por subir sozinhas mesmo.

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A parada:

A trilha não tem uma dificuldade alta, achamos que se equivale ao esforço de subir muitas escadas. Mas o calor pega e o cansaço também, por isso a parada. Sim! Tem vendedor ambulante ao final do primeiro trecho da trilha com banquinhos para descansar e água para comprar – Porém não deixe de levar uma garrafinha e uma frutinha.

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Durante:

A trilha é composta de vários mirantes – infelizmente todos ficam cheios de gente (não tenho certeza se pelas fotos ou pelo descanso na subida) e é difícil conseguir espaço para tirar uma foto sem levar um pé ou uma mão.
Acabamos optando por seguir e parar nesses locais na volta – Na verdade paramos mil vezes para descansar.

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Cume:

É deslumbrante! Dá vontade de tirar mil fotos – o único amigo homem que acompanhou nosso grupo de 7 mulheres já estava entediado de tanta foto que tiramos.

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E, sério, faz esquecer todo o esforço da subida – é incrível e indescritível.

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Descida:
Escorrega… Havia chovido uns dois dias antes na cidade, mas a gente não sabe se lá exatamente. De qualquer forma, não achamos que seria recomendável fazer a trilha logo após uma chuva.

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Por fim, conselho: independente da sua forma física, idade e hábitos, se você é turista ou local – é um passeio deslumbrante, empolgante e imperdível.

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Adulta, EU??!

Estamos nessa etapa confusa da vida onde percebemos que várias pessoas se chocam com a diferença do que “é ser adulto” e do que “deveria ser adulto”.

As expectativas são altas e a realidade não está acompanhando, a pressão só aumenta. Questões como: trabalho e dinheiro, moradia, novas responsabilidades, amor?!. Grandes escolhas decisivas estão em jogo.
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E ainda tem esse monte de analista, especialista (seja lá como se chamam) publicando diversos textos e encontrando mil explicações para o novo padrão dos jovens adultos no mundo, a famosa “geração Y”.

Então se você acha que está perdido e sozinho, junte-se a nós. Por que se estamos no fundo do poço… pelo menos vamos fazer uma festa.

Esse blog é em homenagem aos dilemas dos “jovens adultos” equilibristas no slackline da vida. Vamos nos desangustiar juntos! Trocar experiências, falar sobre coisas reais, sobre besteiras. E principalmente VIVER. Afinal, já deu para perceber que o tempo é um dos bens mais importantes.

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*Fontes / Leitura Suplementar:
Por que os jovens profissionais da geração Y estão infelizes?
O que diabos aconteceu com a geração Y?

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